sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Como conhecer duas ou mais cidades pagando uma passagem: o que é “stopover” e dicas para aproveitá-lo


Já pensou em curtir uma cidade, aproveitando sua passagem para outra? Por exemplo, conhecer o México ou o Caribe durante uma viagem até os Estados Unidos? E algum país da Europa, durante uma viagem para a Ásia? E o melhor, fazer tudo isso economizando, sem precisar comprar um bilhete adicional? Conheça mais sobre o “Stopover” e dicas para usá-lo em sua próxima viagem.
O que é o Stopover?
Stopover é quando o passageiro faz voluntariamente uma escala ou conexão com duração maior que 24 horas (em voos internacionais) e maior que 4 horas (em voos domésticos), antes de sua destinação final, sem incorrer em custo adicional. Ou seja, você aproveita a passagem com destino a uma determinada cidade para conhecer outra, fazendo uma parada programada entre os voos. Confira alguns exemplos:
  • Exemplo 1: Viagem de alguma cidade no Brasil com destino final para Paris (França), com conexão em Lisboa (Portugal), o passageiro escolhe ficar uma ou mais noites em Lisboa, sem pagar nada a mais por isso, aproveitando a passagem original.
  • Exemplo 2: Viagem de alguma cidade no Brasil para Nova Iorque (EUA), com conexão no Panamá, o passageiro escolhe escolher ficar uma ou mais noites no Panamá, sem pagar nada a mais por isso, aproveitando a passagem original.
  • Exemplo 3: Viagem de alguma cidade no Brasil para o Tóquio (Japão), com escala ou conexão em Los Angeles (EUA), o passageiro escolhe escolher ficar uma ou mais noites em Los Angeles, sem pagar nada a mais por isso, aproveitando a passagem original.
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Em que ocasiões o Stopover pode ser feito?
Em voos internacionais, quando sua viagem entre origem e destino final envolver uma escala ou conexão, bem como sempre que as regras do bilhete e da companhia aérea permitirem. Em alguns voos domésticos dentro dos Estados Unidos, México, Europa, Ásia e Oceania. As companhias aéreas possuem diferentes políticas. Algumas permitem até 2 Stopovers por bilhete (exemplo: um na ida e outro na volta).
Como devo proceder para realizar o Stopover?
Stopover deve ser feito preferencialmente antes da compra da passagem. Em alguns casos, no entanto, é possível pedir o Stopover depois do bilhete ser emitido, antes de se iniciar a viagem, sujeito, nesse caso, a uma taxa adicional.
Antes do voo, basicamente, o Stopover pode ser feito de 3 maneiras:
  1. Internet, utilizando a opção multi-city, múltiplos destinos ou múltiplas cidades, do site da companhia aérea ou de agências virtuais, como o Submarino Viagens. Veja um passo a passo sobre como pesquisar no final desse post.
  2. Central de vendas da companhia aérea, informando o destino, datas e a opção desejada de Stopover.
  3. Agentes e agências de viagem especializadas, quando não envolver um pacote pré-estabelecido, informando o destino, datas e a opção desejada de Stopover.
É essencial pesquisar inicialmente as opções de voos, datas e preços, considerando seu interesse de origem e destino final. Em muitos casos, é possível fazer o Stopover aproveitando as superpromoções divulgadas pelo Melhores Destinos.
Em seguida, monte diferentes opções de roteiro, avaliando se prefere fazer a parada do Stopover no trecho de ida ou de volta da viagem, e em quais datas e horários eles podem ocorrer. Quanto maior a flexibilidade, maior é a chance de conseguir realizar o Stopover. Esse planejamento inicial da viagem é muito importante, pois pode acontecer de haver vaga na mesma classe tarifária numa data ou voo específico, e de não haver em outra, como acontece no tradicional processo de compra de uma passagem aérea.
Na hora de pesquisar e comprar, a dica para ter certeza de que você não pagará nada a mais pelo Stopover é verificar se o valor da tarifa utilizando o múltiplos destinos é igual à tarifa da passagem origem x destino final original. Se houver mudança no preço, verifique então se estão sendo respeitadas as regras estabelecidas pela companhia aérea (exemplo: restrições de tempo de permanência no destino intermediário, classe tarifária, número de conexões etc.). Atenção: é possível haver um pequeno acréscimo no preço final da passagem, em função da cobrança de taxas aeroportuárias adicionais relacionadas ao local onde será realizado o Stopover.
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É possível realizar Stopover em passagens emitidas com milhas ou com pontos?
Sim, na maioria dos casos. O Smiles permite a emissão de passagens internacionais com Stopover, mas não é possível emitir ou pesquisar pelo site. É necessário entrar em contato pela central de atendimento (veja o passo a passo para fazer stopover no Smiles). Já o TAM Fidelidade e o Amigo (Avianca Brasil) não permitem bilhetes com Stopover.
Veja abaixo em que programas é ou não permitido o Stopover:
Stopover permitido: Smiles (GOL), Lan Pass (LAN), AAdvantage (American), MileagePlus (United), Victoria (TAP), KrisFlyer (Singapore), Miles & More (Lufthansa e Swiss), Aeroplan (Air Canada), Executive Club (British), Avios (Iberia), Flying Blue (Air France e KLM), Miles & Smiles (Turkish), Clube Premier (AeroMéxico), Skyawards (Emirates) e MilleMiglia (Alitalia).
Stopover não permitido: TAM Fidelidade (TAM), Amigo (Avianca), Lifemiles (Avianca e Taca) e Skymiles* (Delta).
* O programa da Delta proibiu o stopover para bilhetes emitidos a partir de 1de janeiro de 2015.
Cada programa tem políticas e regras que precisam ser observadas. Procure informações detalhadas no site do seu programa de fidelidade ou na central de atendimento.
O que devo fazer se eu já emiti a passagem, mas estou interessado em fazer o Stopover?
Caso ainda não tenha voado o primeiro trecho, entre em contato com a central reservas da companhia aérea onde o bilhete foi adquirido e se informe sobre a possibilidade de Stopover. Geralmente, para a solicitação de Stopover após a emissão do bilhete é cobrada uma taxa na faixa entre US$ 50 e U$S 150.
É possível fazer Stopover em viagens domésticas dentro do Brasil?
Não. As atuais regras das empresas aéreas não permitem Stopover nos voos dentro do Brasil. Em alguns casos, é possível fazer conexões maiores de 4h em alguns bilhetes, mas não como ação voluntária do passageiro e sim quando o sistema de reservas permitir. No entanto, TAM, GOL e Azul possuem a opção “vários trechos / cidades” em seus sites, onde é possível montar roteiros de viagem, sem no entanto, o benefício equivalente do Stopover.
Dicas importantes:
  • Bagagem: verifique as regras com sua companhia aérea. Em paradas com intervalo superior a 24 horas as bagagens são retiradas e despachadas novamente, após o Stopover, normalmente como um novo embarque.
  • Alfândega: atenção para as regras alfandegárias de cada País. Caso tenha interesse em fazer compras (Stopover nos Estados Unidos, por exemplo), é melhor fazê-lo no último trecho do retorno, pois além de não ter que carregar as compras ao longo da viagem não há risco de ter seus bens taxados ou confiscados durante a viagem. Alguns itens como cigarros e bebidas podem ter restrições adicionais.
  • Trechos intermediários: cumprir seu itinerário é imprescindível. No caso de abandono de conexão ao longo do trajeto o restante do bilhete será cancelado e o prejuízo será grande. Portanto, caso mude de planos ao longo do Stopover, será necessário reemitir o bilhete e arcar com as taxas e diferença de tarifa aplicáveis.
Foto: Monique Renne
Quais as principais cidades e empresas possíveis para Stopover, partindo do Brasil?
Stopover é mais fácil de ser obtido voando com as companhias que fazem conexão na cidade que você tem interesse. Conheça os principais hubs (centros de conexão) de todas as companhias aéreas que operam no Brasil:
  • Estados Unidos: Miami (American); Nova Iorque (American, Delta, United); Los Angeles (American e Korean); Washington, Chicago e Houston (United); Dallas (American); Atlanta e Detroit (Delta)
  • Europa: Amsterdã (KLM); Barcelona (Singapore*); Frankfurt e Munique (Lufthansa); Lisboa e Porto (TAP); Londres (British); Madri (Ibéria e Air China*); Paris (Air France), Roma (Alitalia); Zurique (Swiss).
  • América do Norte e Central: Cidade do México (Aeroméxico); Cidade do Panamá (Copa); Havana (Cubana); Toronto (Air Canada).
  • América do Sul: Bogotá (Avianca e LAN); Santiago (LAN); Buenos Aires (Aerolíneas); Lima (LAN e Avianca); Assunção e Ciudad del Leste (Tam Mercosul); Cochabamba (BoA); Quito (Tame).
  • África: Casablanca (Royal Air Maroc); Joanesburgo (South African); Adis Abeba e Lomé (Ethiopian); Luanda (TAAG); Praia / Cabo Verde (TACV).
  • Ásia: Abu Dabi (Etihad); Doha (Qatar); Dubai (Emirates); Istambul (Turkish); Pequim (Air China); Singapura (Singapore).
*Barcelona e Madri não são hubs da Singapore e da Air China, respectivamente, mas é possível realizar stopover tendo em vista que os voos fazem escala nessas cidades.
Ficou interessado? Veja o passo a passo e considere fazer o Stopover em sua próxima viagem.
Passo a passo:
Ex: Objetivo: Viagem São Paulo x Paris, com interesse de conhecer outra cidade na Europa.
  1. Pesquise no site de sua preferência o trecho São Paulo x Paris e procure os melhores preços, considerando voos com conexão. Caso os preços sejam parecidos, escolha a empresa que faz conexão na cidade que você achar mais interessante (Ex: Madri, com a Ibéria; ou Lisboa, com a TAP).
  2. Anote o valor da passagem no trecho e datas escolhidos.
  3. Defina quantos dias pretende ficar na cidade intermediária e se pretende fazer oStopover no trecho de ida ou de volta (flexibilidade é bem vinda).
  4. Pesquise novamente no site de sua preferência, selecionando a opção “acrescentar outro destino” o trecho São Paulo x Cidade Intermediária escolhida na data de saída de sua viagem + Cidade Intermediária x Paris (2o trecho) na data desejada + Paris x São Paulo (3o trecho) na data de retorno escolhida.
  5. Verifique se houve alteração na tarifa: caso a tarifa não tenha mudado em relação à pesquisa original, você conseguiu o Stopover e pode compra-lo. Caso o preço da tarifa se altere significativamente, repita a operação tentando alterar as datas e trechos, respeitando sempre as regras da companhia aérea, que podem ser observadas no site.
Fique atento as promoções do Melhores Destinos e avalie as oportunidades de Stopover. É econômico, divertido e seguro. Ficou com alguma dúvida? Já aproveitou Stopover que tornou a sua viagem memorável? Compartilhe e opine!
Não perca, em breve, a segunda parte desse artigo, que vai trazer dicas sobre o “Open Jaw, onde é possível comprar passagens com destino a uma cidade e retorno por outra, economizando durante sua viagem.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Jericoacoara

O vento levou


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Era uma vez um vilarejo de pescadores, no oeste do Ceará, isolado por dunas. Seu destino começou a mudar em março de 1987, quando o Washington Post resolveu fazer uma matéria para sua revista de domingo sobre praias exóticas e desconhecidas. Um dos correspondentes do jornal tinha estado recentemente em Jericoacoara, e emplacou a praia na reportagem. Àquela altura, pouquíssimos brasileiros já tinham ouvir falar de Jeri. Numa época em que não havia internet, a notícia que chegou à imprensa brasileira foi a seguinte: "o Washington Post elegeu Jericoacoara como uma das 10 mais bonitas praias do mundo". Lendo a matéria original, porém, você não vai encontrar nenhuma menção a ranking. Mas a história das "10 mais bonitas do mundo" pegou, e não há quem tire o título do curriculum vitae de Jericoacoara.
Muita coisa pode ter mudado nesses trinta anos, mas a marca registrada da vila continua onde sempre esteve: a majestosa Duna do Pôr-do-Sol, um pequeno Monte Fuji de areia no canto esquerdo da enseada que parece estar em permanente posição de desafio ao mar. (Não que o oceano seja ameaçador em Jericoacoara: a praia da vila tem águas rasas e calmas.) O vento também é o mesmo de sempre, e na segunda metade do ano atrai legiões de windsurfistas e kitesurfistas do mundo inteiro.
Os surfistas a vela deram um belo upgrade ao vilarejo, que ganhou pousadas charmosas e restaurantes cosmopolitas, muitos deles tocados por expatriados.
Nem todas as transformações, contudo, foram para melhor. O frouxo controle das autoridades, a fixação do cearense por andar de carro na praia e a popularização das motinhos entre os moradores trouxeram trânsito e barulho a toda hora do dia. Não são incomuns os engarrafamentos na ruela paralela à praia; quando as ruas estão livres, é preciso tomar cuidado com os carros. O barulho persiste à noite: o que antes era um problema quase prosaico de quem se hospedava na vizinhança do forró, hoje afeta até quem está hospedado nas caras pousadas da beira-mar, onde ocorrem festas ao ar livre com som no último volume até alta madrugada.
Jijoca
Jijoca
Se você faz questão de sossego, pense em hospedar-se em Jijoca (onde está a melhor praia de Jeri -- a lagoa) ou no Preá (especialmente se você puder cacifar o Rancho do Peixe). Ou considere os destinos para onde foram os auto-exilados de Jeri: Barra Grande do Piauí e Icaraizinho de Amontada.

domingo, 22 de novembro de 2015

Pouco conhecido e selvagem, o Parque Estadual do Jalapão é afastado e de difícil acesso. Apesar do isolamento e do clima de deserto, a região está entre as mais bonitas do país graças à vida e às cores que emanam da natureza. No meio do cerrado correm lobos-guarás e veados-mateiros, enquanto longínquas estradas de muita terra levam a verdadeiros oásis cercados por cachoeiras, poços de águas verde-esmeralda, dunas gigantescas...  

Cachoeira do Formiga: Cores e cenários alucinantes!<br>
Cachoeira do Formiga: Cores e cenários alucinantes!
Foto: Marcelo
O melhor lugar para curtir o pôr do sol é do alto das gigantescas dunas alaranjadas
A incomunicabilidade - celulares não pegam e não há orelhões -, reforça o contato total e exclusivo com natureza e seus encantos. A infraestrutura para explorar cada recanto, porém, existe. Por conta das grandes distâncias e das poucas opções de hospedagem e alimentação, diversas agências de viagens oferecem roteiros para conhecer o Jalapão - e contratar uma é a maneira mais indicada para encarar a "expedição". 

Os serviços costumam incluir traslado em veículos 4x4 a partir de Palmas - a quase 200 quilômetros de Ponte Alta do Tocantins, considerada a porta de entrada do parque e acessível por estrada asfaltada - além de passeios rumo aos principais atrativos, como a cachoeira da Velha, o Fervedouro, as Dunas e o Mirante, todos distantes entre si e próximos do município de Mateiros. Os pacotes também incluem pernoites em acampamentos com direito a banho quente e refeições. 

Calor, sacolejo e cansaço andam de mãos dadas na região. A trinca, porém, perde força quando o visitante aprecia o pôr do sol do alto dos montes de areia alaranjada, mergulha nas águas cristalinas das quedas d'água e das prainhas ou curte um rafting no Rio Novo. Quem não abre mão de fazer compras, mesmo estando em um lugar como o Jalapão, encontra uma agradável surpresa: o artesanato em capim dourado, produzido na comunidade quilombola de Mumbuca.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Saiba como funciona o novo sistema FastPass+, na Walt Disney World

Como Funciona o FastPass+ nos parques da Disney
O FastPass é uma forma de organizar sua visita aos parques da Disney. Com ele você pode programar a sua ida a uma determinada atração, enquanto vai a outras, sem programaç
ão ou horário agendado. Isso ajuda muito a aproveitar melhor sua visita aos parques, principalmente em épocas muito movimentadas, ou se você tem poucos dias para visitar os parques. Em épocas movimentadas, por exemplo, a espera para uma atração mais concorrida, como o Soarin’, no Epcot, pode chegar a 240 minutos, isto mesmo 4 horas! Isto, evidentemente, nos picos de visitação, como entre Natal e Ano Novo e outras épocas de férias ou feriados americanos.

Se você já utilizou o serviço FastPass, na época em que você inseria o seu ticket em uma máquina, que em geral se encontrava ao lado da entrada da atração pretendida, e de lá era expelido outro ticket, com a janela de horário (normalmente de uma hora de duração) no qual você deveria voltar e entrar na atração em uma fila especial, com espera mínima ou até mesmo sem espera, você usou a versão anterior, que não é mais válida.
Disney sem Catracas
O ticket passou a ser de plástico duro, como um cartão de crédito, e com um chip RFID. Antes da mudança ele era de papel firme.

Esqueça tudo o que você havia lido ou sabia sobre a versão anterior do FastPass (aquela de papel).

Placa do FastPass na entrada da atração Captain EO, Epcot
Placa do FastPass na entrada da atração Captain EO, Epcot
O FastPass mudou completamente. A versão nova do FastPass, chamada de FastPass+, e tem algumas vantagens em relação à versão antiga. Uma das principais vantagens da versão atual é não haver mais a necessidade de ir até a atração duas vezes. Uma para a retirada do FastPass (que era um bilhete de papel, do qual sentiremos saudades pois acabava sendo um souvenir quando não utilizado), e a outra visita para a experiência da atração em si.
Hoje, você agenda os seus horários nas atrações desejadas (quando disponíveis) ou com antecedência, pelo site da Disney e aplicativo My Disney Experience, ou nos quiosques no próprio parque. Mas em vez de ter de ir em um Kiosk para cada atração, você reserva todas as atrações em um só Kiosk. Para fazer o agendamento pelo site da Disney ou aplicativo você já precisa ter adquirido seus ingressos para os parques Disney.

O que são estes tais Kiosks?

Os Kiosks são terminais com telas sensíveis ao toque, onde você pode fazer suas reservas, ou até mesmo fazer alguma alteração, no sistema FastPass+.

Como funciona hoje o sistema FastPass+?

Atualmente, só podem fazer suas reservas pelo site ou app com antecedência de até 60 dias, quem optar por se hospedar em um dos hotéis do complexo Walt Disney World.
Quem não se hospeda em hotéis Disney (Day Guests) tem uma janela de 30 dias para agendar seus FastPasses.

Os Day Guests também podem fazer suas reservas de Fastpass+ com antecedência de 30 dias

Atualização: A partir de 31/03/2014, quem não for se hospedar nos hotéis da Disney também passou a poder fazer agendamentos com antecedência mesmo que menor (30 dias) para as atrações do sistema Fastpass+. A diferença é que, os Day Guests (quem não estiver hospedado em hotéis Disney), assim como os Annual Passholders (possuidores de algum passe anual), só poderão fazer suas reservas com 30 dias de antecedência.
Esta é certamente uma forma da Disney dar um benefício adicional às pessoas que preferirem se hospedar em um de seus hotéis que, exatamente por ficarem localizados dentro do complexo Walt Disney World, são também consideravelmente mais caros do que hotéis de qualidade semelhante fora do mundo Disney.

O que são “Day Guests”? Eu sou um deles?

Os “Day Guests”, como são chamados os visitantes que se hospedam em hotéis fora do complexo Disney ou em casas de aluguel temporário, e também os “Passholders”, pessoas que possuem um passe anual.

As mudanças no sistema FastPass+ são para melhor?

Todas estas modificações são, segundo a Disney, para facilitar a vida das pessoas e, sem dúvida, diminuir a necessidade de ficar andando de um lado para o outro do parque para pegar o FastPass de papel, e depois voltar ao mesmo local para usufruir da atração, algo que não agradava a todos.

Quais eram as características e limitações do FastPass de papel?

Aconteciam alguns abusos do sistema. Havia inclusive os casos de grupos de excursão, em que todos entregavam seus tickets de acesso ao parque para o guia, que ia sozinho até as máquinas de FastPass de papel para a retirada de um FastPass por integrante do grupo, tudo isso para poupar trabalho (caminhada) dos seus clientes. Este tipo de atitude enfurecia os usuários normais do sistema, que no máximo estavam retirando FastPasses para uma família de até 6 pessoas e acabava por congestionar a fila da máquina de retirada do FastPass clássico.
Outra limitação do sistema de papel era que, você só poderia pegar o segundo FastPass quando a sua primeira atração entrasse em sua janela de uso. Por exemplo, você entrou noMagic Kingdom de manhã e correu para a atração Space Mountain (lembre-se, naquela época não existia ainda a atração Seven Dwarfs Mine Train) para retirar seu FastPass de papel, que tinha a sua janela de uso das 9h45 até às 10h45. Isso significava que às 9h45, inicia o seu horário de retorno à atração Space Mountain, era também o primeiro momento em que você poderia retirar outro FastPass para, vamos dizer, a atração Splash Mountain. Isso fazia com que às 9h45, ou você estaria na Splash Mountain retirando outro FastPass, ou na Space Mountain aproveitando o seu primeiro.

Cruzar o parque várias vezes durante o dia era algo comum

Os visitantes mais letrados (e fisicamente aptos), faziam essas idas e vindas com prazer, mas grandes famílias, e pessoas que viajam com idosos, acabavam pegando às vezes só um FastPass, ou, no máximo, um para a parte matutina, e outro para a parte da tarde ou noite.
Com o sistema novo, você agenda todas as atrações no mesmo momento, o que acaba com a correria de idas e vindas até as atrações (duas vezes por atração, lembram? Uma para retirar o Fastpass de papel, e a segunda para usufruir da atração).

O horário reservado é para um horário específico, ou uma janela de tempo?

O FastPass+, assim como seu predecessor, reserva sua experiência para uma janela de uma hora, e não um horário exato. Neste quesito não houve mudanças. Ou seja, se o seu horário reservado for entre 13h30 às 14h30, você poderá curtir uma vez a atração dentro deste horário. Apesar de não ser oficial, na prática os “Cast Members”, acabarão lhe deixando entrar na atração até 5 minutos antes, e até 15 minutos depois de sua janela de horário.

Você continua podendo pegar quantos FastPasses quiser?

Não, pois outra mudança que foi implementada é a inclusão de um limite no número de FastPasses+ que podem ser utilizados no mesmo dia. Este limite é algo entre 2 e 4 Fastapasses+ por dia, dependendo do parque em questão e do movimento do parque naquele dia. Em nossos testes recentes (Outubro de 2015) encontramos sempre o limite de 3 FastPasses por dia.

Qual o custo do FastPass+?

Não há custo algum para usar o sistema FastPass+, mesmo que você não esteja hospedado nos hotéis Disney. Este é um diferencial importante em relação ao sistema Universal Express, do concorrente Universal Orlando Resort. Lá, somente os hóspedes doshotéis da Universal usufruem deste sistema “fura filas” gratuitamente. Os “day guests” por lá precisam pagar por este opcional, e não é nada barato (isso acontece também com os hóspedes do novo Cabana Bay Resort).

Existem FastPass+ para todas as atrações?

Há várias atrações em cada parque que possuem o sistema FastPass+, mas não são todas. Há ainda atrações que trabalham com o sistema FastPass+ apenas em algumas épocas do ano.

Pode-se ir à mesma atração mais de uma vez ao longo do dia?

Outra mudança diz respeito à possibilidade de experienciar uma mesma atração mais de uma vez no mesmo dia. Antes, com a versão antiga do FastPass, era perfeitamente possível, desde que respeitadas as regras de espera mínima para a retirada de um segundo FastPass, que você utilizasse o “Fura Fila” mais de uma vez na mesma atração. Com o FastPass+, isto não é mais possível. Se você quiser ir à mesma atração mais de uma vez no mesmo dia, somente uma das experiencias pode ser feita através do uso do FastPass+, na(s) outra(s) você precisará esperar na fila normal.
Uma exceção à esta regra parece funcionar assim: Você utiliza as 3 marcações que fez para o dia e, somente depois disso, você passa a ter a possibilidade de marcar mais um ou 2 FastPasses se estes estiverem disponíveis (ainda não consegui testar esta abordagem para poder confirmar).

É possível escolher qualquer atração para as reservas de FastPass+?

Você, na nova versão do FastPass+, não poderá mais escolher livremente todas as atrações que irá experienciar com o sistema “Fura Fila”. Algumas combinações não serão possíveis. Normalmente as limitações aparecerão quando você tentar optar por mais de uma atração “Headliner” no mesmo dia, ou seja, ir a mais de uma das atrações mais concorridas no mesmo dia usando o FastPass+ possivelmente não será possível. Se você escolheu de saída a Space Mountain para usar o “Fura Fila”, possivelmente terá de ir à atração Big Thunder Mountain Railroad utilizando a fila normal.
O que acontece na prática é que as atrações foram divididas em 2 grupos, A e B. Nunca estarão todas as principais atrações no mesmo grupo. E normalmente você fica limitado a escolher uma atração de um dos grupos, e duas atrações do segundo grupo.

Como eu saberei meus horários de retorno às atrações agora que não há mais os cartões com os horários impressos?

Na situação atual, existem basicamente dois “formatos” de tickets, um deles é o cartão rígido com RFID, e o outro, para quem se hospeda nos hotéis da Disney, uma pulseira, chamada de MagicBand.
No início da implementação deste novo sistema, somente quem tivesse uma MagicBand poderia marcar e fazer alterações nas suas reservas de FastPass+, o que limitava esta opção aos hóspedes dos hotéis Disney.
Agora esta limitação já foi retirada.
Você pode imprimir suas marcações de FastPasses ainda no Brasil, logo depois de realizá-las pelo site ou aplicativo My Disney Experience. Esta abordagem não é necessária, já que você pode consultar (e até alterar) suas marcações utilizando novamente o site ou app. Mas mesmo assim, você pode querer levar a impressão para o parque no caso de ocorrer algum problema com o app ou com no caso de a bateria do seu celular se esgotar ao longo do dia.

Pode-se agendar duas idas à mesma atração?

Infelizmente não, você pode ir à alguma atração quantas vezes quiser no mesmo dia, mas somente uma fazendo-se valor do benefício do FastPass+.

Preciso agendar para cada membro da minha família individualmente?

Somente se você preferir. Durante o processo de seleção das atrações no Kiosk, no site, e também no app My Disney Experience, uma etapa do menu lhe questionará se você prefere adicionar mais algum visitante à mesma seleção de horários. Assim sendo, você pode adicionar todos os cartões do seu grupo ou família, e ter todo mundo com os mesmos horários de reservas para as mesmas atrações. Isso só vale a pena, é claro, se todos tiverem os mesmos interesses.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

O que calçar no inverno e em locais com neve?

Passeio pela neve na cidade de Lamon, Belluno, no Norte da Itália

Com a chegada do final do ano, se aproxima também uma época em que muitos de nós brasileiros nos preparamos para viajar e aproveitar as férias e feriados entre o Natal e o Ano Novo.

Para quem vai viajar para a Europa ou Estados Unidos no final do ano, dependendo dos países ou estados a serem visitados, é importante estar preparado para encontrar bastante frio ou até mesmo neve em muitos casos. Pois em dezembro se inicia o inverno no Hemisfério Norte.
Norte da Itáliaa Suíça, a Áustria, parte daAlemanha, a Inglaterra e a França podem nos surpreender com bastante neve. Isto acontece também em Nova Iorque e em muitos estados americanos do norte e meio oeste.
Uma das maiores preocupações de nossos leitores e amigos que estão com viagem programada é sobre o que vestir em locais muito frios e com neve.

Qual o tipo de calçado ideal para destinos de inverno e neve?

Outra importante dúvida diz respeito ao tipo de calçado ideal para este período. Nossas botas que usamos no inverno no Brasil serão quentinhas o suficiente para o inverno europeu? E mais importante, elas vão “segurar” a umidade do lado de fora e evitar que eu escorregue e caia?
Na estação de Ski em Lagorai, Norte da Itália
Na estação de Ski em Lagorai, Norte da Itália
Na minha primeira viagem de inverno para a Europa eu havia levado apenas minhas botas que uso também aqui no sul do Brasil. E tanto as de cano alto como de cano curto tiveram que ser deixadas de lado e eu tive que comprar uma bota ideal para neve na Itália pois as botas que eu tinha levado escorregavam além de deixar meus pés molhados pois as solas eram muito finas. O meu marido que tinha levado apenas tênis, também teve que comprar uma bota adequada por lá, pois os tênis também deixavam passar muito o frio e os pés dele estavam constantemente molhados.
Quando passei o Natal em Orlando e depois fomos para New York e Austin no Texas, apesar de não ter nevado nesses locais, também usei diari]amente minha bota de neve pois como ela é forrada em lã e sinto bastante frio nos pés ela manteve meus pés bem aquecidos.
Para nossos leitores que querem se preparar antecipadamente, sem precisar chegar ao seu destino e correr atrás de calçados adequados para o clima frio e a neve (como nós tivemos de fazer) daremos hoje a dica de um site que além de botas sob medida e exclusivas, trabalha também com botas especiais para neve para mulheres, homens e crianças.

Os diferenciais das botas para inverno e neve

  • 100% couro legítimo
  • Material impermeabilizado
  • Proteção térmica
  • Alta durabilidade
  • “Agarradeiras” de alta tração
  • Sola antiderrapante
  • Modelos forrados com lã natural de carneiro
  • Alto conforto
A GORADIN tem uma linha de botas especiais para neve e frio intenso. Desenvolvidas em100% couro legítimo impermeabilizado, o que garante proteção térmica e alta durabilidade.
A sola é antiderrapante e mais grossa que as botas comuns, o que é ideal para ambientes de frio extremo e com neve.
Elas são confortáveis ao caminhar e seguras em função das “agarradeiras” de alta tração que evitam eventuais quedas em ambientes de neve e gelo.
Existem vários modelos forrados com lã natural de carneiro com alto isolamento térmico ou também modelos forrados com lã sintética de médio isolamento térmico, lembrando que todas as botas são forradas desde o cano, pé e palmilha de alto conforto.
Detalhe da Bota de Neve GORADIN
Detalhe da Bota de Neve GORADIN

Sobre a fabricante das botas para inverno e neve

A GORADIN é uma empresa do Rio Grande do Sul, terra de um inverno rigoroso, lá existe a tradição de praticar montarias e há também uma grande produção de couro.
Neste cenário, muitas famílias com raízes europeias se especializaram em fabricar produtos de alta qualidade, e este é o trabalho desenvolvido pela GORADIN, que confecciona, de forma artesanal, algumas das melhores botas do país. Com a evolução dos negócios, a família uniu a tradição com a modernidade e você pode conhecer e comprar as botas GORADIN pela internet.
Ao acessar o site da GORADIN, você irá se surpreender com a quantidade de opções de botas para todos gostos. Achei muito interessante a possibilidade de fazer uma bota sob medida, pois já tive bastante dificuldade para encontrar botas em especial de cano alto, por eu ter a panturrilha da perna muito fina.
Para minha próxima viagem na neve já garanti minha bota da GORADIN e o modelo escolhido foi a Bota Para Neve Forrada com Lã Natural de Carneiro – 11003nGI. A bota é linda, toda forrada em lã e muito confortável. Fiquei bastante impressionada com a beleza e o conforto da bota.
Inaugurando minha Bota de Neve GORADIN
Inaugurando minha Bota de Neve GORADIN

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Um brunch daqueles!

Ano passado eu recebi um mimo incrível: fui convidada para um brunch em um hotel de Gramado. Eu como estou super seguido na cidade, posso dizer que amei o convite! E o convite foi de um hotel maravilhoso: o Varanda das Bromélias. Olha que linda a entrada!


E olha o que me aguardava! Um buffet perfeito! Que tinha uma coisa melhor que a outra! Tudo da melhor qualidade e muito dos produtos feito na cozinha do próprio hotel. O pão preto e di-vi-no!























O hotel e um mimo só! São poucos quartos e tem serviços exclusivos para os hospedes. Tem producoes românticas em divesas partes do hotel, como na lareira na foto abaixo! Imagina queijos e vinhos e lareira acessa? Dica: o dia dos namorados ta quase ai!







Este e um hotel fofo para lua de mel! Tem varias opcoes de quartos (lofts, refúgios e super suites - pode experimentar todas opcoes?). Dentro do hotel, você encontra uma lojinha com varias opcoes para presentes, não preciso dizer que tudo e lindo!

No site do hotel você encontra todas as informacoes para uma viagem inesquecível para a serra gaucha. Ou clique aqui para fazer sua reserva!

Não tenho palavras para agradecer o carinho e atencao que recebi de toda equipe! Foi maravilhoso! Muito obrigada ao Time do Varanda por tudo!

O hotel fica na Rua Alarisch Schulz, 158/198 - Bairro Planalto, Gramado/RS, Fone: (54) 3286.6653.

**O bruch e servido somente para os hospedes!

** As fotos são de propriedade do Hotel Boutique Varanda das Bromélias e foram gentilmente cedidas pela equipe. Por favor, não as utilize sem permisao. 

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Lista do que você precisa saber pra uma viagem a Orlando


Fiz essa lista do que você precisa saber pra uma viagem a Orlando porque quando eu estava pesquisando sites sobre Orlando não encontrei nenhuma lista parecida, e pra “juntar” toda essa informação deu um trabalhinho considerável. Também estava procurando por onde começar, então essa lista é uma boa base pra você explorar cada assunto em detalhes.
Uma viagem a Orlando pode parecer simples à primeira vista, mas se você quiser realmente aproveitar os parques ao máximo, precisa fazer um bom planejamento – senão corre o risco de ficar mais tempo que o necessário em filas, não encontrar os personagens que você gostaria, perder shows e desfiles bacanas, não conseguir comer nos lugares mais legais, enfim, tem muita coisa a ser pensada e programada se você quer aproveitar tudo que os parques tem a oferecer, principalmente os parques da Disney.
Começando pelo princípio: você já decidiu que vai fazer uma viagem a Orlando. Se você ainda vai comprar passagem aérea, fique de olho no site Melhores Destinos, que vive divulgando promoções ótimas pra Orlando (e outros lugares também).
Essa lista é pra te ajudar a pensar em tudo que você precisa programar e decidir antes da viagem. Não interessa qual será a sua escolha, o importante é que antes de embarcar você entenda o que cada uma das perguntas abaixo significa e tenha a sua própria resposta pra elas (mesmo que a resposta seja: não estou interessado nisso). Assim você vai saber que não esqueceu de nada, que não vai perder alguma coisa legal só porque não sabia que existia. Essa lista está em constante modificação (já atualizei várias vezes)!
ATENÇÃO: No momento a Disney está com 2 promoções: desconto em hotéis ou desconto no plano de alimentação, de janeiro a abril de 2016 (e tem algumas datas com desconto em hotel em dezembro de 2015, antes do Natal e Ano Novo). Entre em contato pra me pedir um orçamento, sou agente Disney (e de outros parques também) e posso fazer as reservas e te ajudar com o planejamento da viagem. Posso vender em até 10 vezes sem juros em reais.
  1. Planejamento: você sabe quais são os parques existem atualmente em Orlando e quais parques quer visitar?
    Atualizado em janeiro de 2015: Vamos lá: parques da Disney – Magic Kingdom,Animal KingdomEpcotHollywood Studios e os parques aquáticos Typhoon Lagoon eBlizzard Beach. Da UniversalUniversal Studios e Islands of Adventure, parque aquático Wet’n’Wild. Do grupo SeaWorldSeaWorld OrlandoDiscovery Cove e o parque aquático Aquatica. Do grupo Lego (em Winter Haven): Legoland Florida eLegoland Water Park. Total: 14 parques. Ainda tem outras atrações que não são parques: Downtown Disney (que vai virar Disney Springs em 2015) e Universal CityWalk, em Orlando e a NASA (Kennedy Space Center) em Cabo Canaveral. Mais afastado tem o Busch Gardens, que fica em Tampa. O Thiago do blog Rodei escreveuum post que fala dos parques todos e dá uma ajudinha em como escolher; e noFelipe, o Pequeno Viajante, a Claudia falou um pouco sobre a experiência da família em cada um neste post. Obviamente, o número de dias ideal para a sua viagem depende diretamente do número de parques que você quer visitar e do que mais você quer fazer em Orlando. Veja aqui o roteiro que nós fizemos para ter uma ideia.
  2. Planejamento: você sabe quanto custa uma viagem a Orlando?
    Atualizado em janeiro de 2014: Os preços variam e muito, depende muito de quanto você pode (e quer) gastar – tudo o mais econômico possível ou opções de luxo, de hotéis a restaurantes – e dependendo da época do ano pode encontrar ótimas promoções. Tem opção para (quase) todos os bolsos. Mas se você quer ter uma noção dos preços, o Luciano do blog Malas e Panelas fez um post bem legal dando um exemplo de orçamento pra quem quer começar a fazer reservas (ou a poupança pra viajar!). A Debora também fez um post detalhado comparando os custos de um pacote com as opções mais econômicas.
  3. Planejamento: quanto custa um hotel da Disney?
    Atualizado em janeiro de 2015 Esta tabelona enorme tem os preços das diárias dos hotéis da Disney (em dólares) para cada dia do ano, nas categorias econômica e moderada. Esses preços são de 2015 e não incluem os impostos americanos. Mas dá para ter uma boa ideia dos valores, pra quem quer ter uma noção de preços, e também dá pra ver que épocas são mais baratas e mais caras. Vale lembrar que esses valores não contam as promoções que a Disney faz, como por exemplo os descontos de primavera, diminuindo o preço listado ainda mais. A tabela com os valores dos hotéis deluxe está aqui.
  4. Planejamento: com quanto tempo de antecedência eu devo reservar a minha viagem?
    Atualizado em maio de 2015: resolvi adicionar essa pergunta porque tenho visto muita frustração que poderia ter sido evitada se a viagem fosse reservada com mais antecedência. Vamos lá: as reservas dos restaurantes com personagens da Disney e para a Bibbidi Bobbidi Boutique (o “dia de princesa”) abrem com 180 dias de antecedência (180 dias + 10 dias para hóspedes da Disney). Isso significa que se você decidir hoje que quer ir pra Disney em 6 meses, você já precisaria reservar hoje alguns dos restaurantes mais disputados ou não vai encontrar vaga depois. Tem restaurante que as vagas acabam no mesmo dia que abrem as reservas. Quem fica hospedado em hotel da Disney tem 180 dias do dia da chegada no hotel + 10 dias à frente na hora de reservar restaurante, que tem feito toda a diferença na hora de conseguir restaurantes super disputados. Outra coisa importante: com o novo sistema de Fastpass+ da Disney, quem fica hospedado dentro do complexo Disney tem 60 dias de antecedência para agendar os fastpasses online. Algumas atrações disputadas (como as princesas do filme Frozen) tem acabado no dia que as reservas abrem ou poucos dias depois. Então se você decide que vai viajar em menos de 60 dias e vai ficar em hotel da Disney, já está perdendo a sua vantagem de poder reservar antes (e provavelmente já não vai mais conseguir as atrações mais disputadas). Alguns hotéis e tipos de quarto também acabam, por exemplo o quarto da Pequena Sereia no Art of Animation é um dos que esgota primeiro. Então eu diria que o ideal é reservar em torno de 7 meses antes, pra você ter um tempinho de reservar, pesquisar que restaurantes você vai querer marcar, sem ter que fazer isso imediatamente. Volta e meia chega alguém me pedindo ajuda dizendo que está tentando reservar um restaurante 2 meses antes e não tem mais vaga, mas é isso mesmo que acontece, não tem como fazer milagre.
  5. Planejamento: quanto custam os ingressos da Disney? Quanto custam os ingressos dos parques Universal? SeaWorld? Legoland?
    Atualizado em abril de 2015: Cada parque tem um preço mas de um modo geral, quanto mais tempo você fica, menos o ingresso vai custar por dia. Então um ingresso de 5 dias para os parques da Disney será mais caro do que um de 3 dias no valortotal, mas o preço por dia de parque será menor. Hoje, dia 12 de abril de 2015, os ingressos estão custando (esses preços estão publicados nos sites oficiais sem impostos, os preços praticados pelas agências no Brasil são diferentes):
    Disney 5-day Magic your Way (ingresso básico de 5 dias): adultos $315 dólares por pessoa e criança (3-9 anos, acima disso paga ingresso de adulto) $295 dólares + impostos. Crianças com menos de 3 anos não pagam. Pra uma família de 2 adultos e 2 crianças o total com taxas hoje é $1,299.32 dólares. Se quiser o Park Hopper (pra poder ir de um parque pro outro no mesmo dia), adicione $64 dólares a cada ingresso, mesmo preço pra adulto ou criança.
    Universal Studios 2-day (ingresso básico de 2 dias pra visitar os dois parques, Universal Studios e Islands of Adventure): adulto $149.99 dólares por pessoa e criança (3-9 anos, mesmas condições que a Disney) $139.99 por pessoa + impostos. Para uma família de 2 adultos e 2 crianças o total com impostos hoje é $617.66 dólares. Se quiser o ingresso Park to Park, pra poder ir de um parque pro outro no mesmo dia (usando o novo trem Hogwarts Express por exemplo), seria $45 dólares a mais por pessoa + impostos.
    Legoland Flórida 1-day ticket (ingresso de 1 dia para o parque comprando antecipado com data marcada, que é mais barato): adulto (acima de 13 anos) $74 dólares por pessoa e criança (3-12 anos, abaixo de 3 não paga) $65 por pessoa + impostos. Para uma família de 2 adultos e 2 crianças sairia $282.00 dólares + impostos (não estão mostrando o valor com impostos no site).
    SeaWorld + Busch Gardens (ingresso para os dois parques): $99.00 dólares por pessoa (adulto e criança pagam igual, só menor de 3 anos não paga) + impostos. Para uma família de 2 adultos e 2 crianças sairia $422.76 USD com impostos.

  1. Planejamento: quando comprar os ingressos?
    Tenha em mente que com os novo sistema de FastPass+ da Disney, você pode agendar 3 fastpasses por parque por dia, com 30 dias de antecedência se você não vai ficar em hotel da Disney ou 60 dias antes pra quem vai ficar nos resorts da Disney. Então se você não tiver ingressos comprados 60 dias ou 30 dias antes, estará perdendo a oportunidade de marcar os seus fastpasses. As atrações mais disputadas, como a Montanha-russa dos 7 anões e as princesas Anna e Elsa tem que ser agendadas no dia que abre os 60 dias, senão você pode não conseguir marcar. Lembre-se que os ingressos não são canceláveis, uma vez comprados, se você não puder mais viajar, não vai conseguir devolver ou pegar reembolso. A notícia boa é que os ingressos da Disney e Universal não expiram se você não usar, então se por acaso você não puder viajar na data marcada e tiver que adiar pro ano seguinte, os ingressos comprados e ainda não utilizados vão valer. Atenção: não é o caso se você já começou a usar os ingressos! Depois do primeiro uso, os ingressos vão expirar em 14 dias, a não ser que você tenha comprado os ingressos sem dia de expiração, que custam mais caro. Você pode comprar os ingressos direto pelos sites dos parques, em agências de viagem ou em sites que vendem ingressos e tours.
  2. Planejamento: que tipos de ingressos existem (na Disney, por exemplo: Park Hopper, Magic Your Way, Water Fun – adicional de parque aquático…), sabe como comprar e como retirar os ingressos?
    Atualizado em agosto de 2014: Na Disney, a diferença maior entre os ingressos é que com o Park Hopper você pode entrar em mais de um parque por dia, quantas vezes e quantos parques quiser; enquanto com o ingresso base você só tem uma entrada em cada parque por dia. Exemplo: 5 dias de Park Hopper: você pode ir em quantos parques quiser no mesmo dia – tomar café no Magic Kingdom, almoçar no Hollywood Studios e jantar no Epcot, tá valendo (loucura, mas pode). Com o ingresso base você vai a um parque por dia, entrou no Magic Kingdom de manhã, não pode ir pra outro parque no mesmo dia (mas pode sair e voltar pro Magic Kingdom sem problemas naquele dia). Compre os ingressos com pelo menos 30 dias de antecedência (se não vai ficar em hotel da Disney) ou 60 dias antes se ficar em hotel da Disney, pra poder agendar os seus fastpasses. Quem deixa pra comprar quando chega no parque vai ter que escolher os fastpasses que sobraram, as melhores atrações já não estarão disponíveis. Se você vai adicionar a opção Water fun and more no seu ingresso da Disney: entenda como ele funciona antes de comprar; se você vai comprar um ingresso de 4 dias por exemplo, e adicionar o Water fun and more, você terá 4 entradas nos parques temáticos MAIS 4 entradas de parque aquático ou Disney Quest. Se adicionar em um ingresso de 5 dias, terá 5 entradas de parque temático MAIS 5 entradas de aquático ou Disney Quest, e assim por diante. Você pode usar essas entradas de parque aquático no mesmo dia do parque temático, ou então em dias diferentes. Exemplo: 1 dia de Magic Kingdom, 1 dia de Blizzard Beach, 1 dia de Animal Kingdom, 1 dia de Typhoon Lagoon…ou Magic Kingdom de manhã, Blizzard Beach de tarde e volta pro Magic Kingdom a noite. Crianças com menos de 3 anos não pagam ingresso.

    Se você pretende ir a todos os parques Universal e Sea World (menos o Discovery Cove), a opção mais econômica é o Orlando Flex Ticket (5 parques) ou o Orlando Flex Ticket Plus (6 parques). Com o Flex Ticket você tem direito a ir em todos os parques do ingresso quantas vezes quiser em um período de 14 dias, inclusive mudando de um parque pro outro no mesmo dia. Os parques são: Universal Studios, Islands of Adventure, Wet’n’wild, Sea World e Aquatica, e no Flex Ticket Plus além destes 5 parques tem também o Busch Gardens em Tampa.