terça-feira, 1 de novembro de 2016

Praia do Forte é marcada por resorts sofisticados, praias tranquilas e respeito à natureza
Parece improvável que um lugar possa reunir um ambiente bucólico e aconchegante para quem deseja relaxar, lojas de grife, campos de golfe e hotéis de luxo e ao mesmo tempo preservar a natureza com o devido respeito e atenção que ela merece. Mas isso existe aqui mesmo no Brasil: a Praia do Forte.

A cidade é considerada a "Polinésia brasileira". Com 12 quilômetros de praias de areia branquíssima, águas límpidas e cristalinas, piscinas naturais e enormes coqueiros à beira mar, o local é quase a visão idealizada que se faz do arquipélago do Pacífico Sul. E bem ali, a pouco mais de 50 quilômetros de Salvador.

Muito antes de se tornar moda, a consciência ambiental e as construções ecológicas já cresciam nesse refúgio baiano. Ao contrário das preocupações atuais, lá não se explorou para começar a preservar. O pensamento de que a natureza faz parte da vida cotidiana está enraizado no povo.

O rústico e o luxuoso convivem harmonicamente. Aliás, quem chega é que deve se ajustar às normas locais. As placas de madeira ou pedra e o chão de terra estão lá para mostrar que a pequena população, em grande parte de pescadores, apesar de ter adotado o turismo como meio de vida, não abre mão de permanecer simples.

Foi na Praia do Forte que nasceu a primeira base do Projeto Tamar, em 1982. Atualmente são mais de vinte unidades espalhadas pelo litoral brasileiro. E lá até hoje as tartarugas continuam se reproduzindo, com a ajuda de biólogos, da população e até dos resorts que são erguidos rente a praia, mas que jamais ousam adentrar o território dos quelônios. Outro reduto de preservação ambiental é a Reserva Ecológica Sapiranga, do outro lado da estrada.

Apesar de ter litoral tranquilo, a Praia do Forte também recebe bem os adeptos de emoções mais intensas, como o rafting, a tirolesa, os passeios de quadriciclo e o parasail (espécie de paraquedas puxado por uma lancha).

Com belezas naturais de encher os olhos, os baianos da Praia do Forte só querem que as coisas continuem assim, do jeitinho que são. E exigem dos turistas que apreciem, divulguem, e não levem de lá mais do que boas fotos e lembranças.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Vai viajar com seu pet? Confira as regras para embarcar no avião

Viajar e levar o animal de estimação da família está cada vez mais comum. Seja por não ter com quem deixar ou para que a saudade não estrague as férias, muitas pessoas optam por levar seus pets na viagem. Mas para isso é preciso observar algumas regras importantes, especialmente quando o trajeto for feito de avião.
De acordo com as normas da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o transporte de animais é cobrado à parte e o dono precisa reservar a passagem de seu bichinho com antecedência, já que muitos voos limitam o número de animais a ser transportados.
Cada companhia tem suas próprias regras quanto ao transporte, mas de modo geral o custo adicional é normalmente calculado com base no peso do animal mais caixa de transporte e no preço cheio da passagem. Também consulte sobre a necessidade de focinheira no aeroporto e durante o voo.
Viajar de avião com bichos de estimação está cada vez mais comum (Crédito: Thinkstock)

Pode viajar na cabine?

É possível levar seu pet na cabine, mas isso vai depender das regras da companhia. Geralmente o que se leva em conta são as dimensões e o peso da caixa de transporte. Mas, caso o seu amigo não possa ficar na cabine, não se preocupe! Os compartimentos de carga são pressurizados e têm a temperatura controlada, proporcionando conforto para os animais.
No entanto, é importante observar que algumas companhias aéreas não transportam animais de focinho curto (braquicefálicos), como o pug e o pitbull. Estas raças não se dão bem com variações grandes de temperatura, podendo ter graves problemas de saúde durante a viagem.
Os animais devem ser transportados em caixas de transportes adequadas para seu tamanho e peso (Crédito: Thinkstock)

Caixa de transporte

Item mais importante na hora de planejar a viagem, a caixa de transporte (que sempre é fornecida pelo cliente), deve cumprir requisitos mínimos de conforto e segurança. As dimensões devem permitir que o animal fique de pé e dê um giro de 360° (volta completa ao redor de si mesmo). O material deve ser rígido, resistente a impactos e a eventuais fugas. Devem ter aberturas de ventilação e o material do piso deve absorver ou conter fezes e urina. Por último, a caixa precisa ter identificação com nome, endereço e telefone do proprietário.
Companhias aéreas costumam cobrar taxa extra para o transporte de animais (Crédito: Thinkstock)

Documentação

Os documentos para garantir a segurança de passageiros e animal devem ser emitidos por médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária do local de origem do animal. Para viagens nacionais, a Anac exige carteira de vacinação atualizada, além de tratamento com vermífugo.
Para viagem internacional, é obrigatório o Certificado Zoossanitário Internacional emitido por um médico veterinário do Ministério da Agricultura, que fica nos aeroportos internacionais. Caso o animal seja silvestre, é necessária a autorização emitida pelo Ibama. Em tempo: Sempre consulte as exigências do país de destino.

Cães-guia

No caso dos cães-guia, o transporte é feito com coleira ao lado do dono, na primeira fileira. É necessário informar a companhia aérea com antecedência e apresentar a documentação do animal e atestado médico do passageiro, comprovando a necessidade do cão junto ao dono.
Agora que você já sabe tudo sobre viajar de avião com seu bichinho, leia também nossa matéria sobre os hotéis pet-friendly!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Agetur

Para quem gosta de água, Caldas Novas e Rio Quente são os destinos ideais

Não importa se a procura é por tranquilidade ou aventura, se é criança ou já está na terceira idade, para se divertir em Rio Quente e Caldas Novas só há um pré-requisito: gostar de água. Ela é a maior atração da região e não é à-toa, já que nasce com a agradável temperatura de 37,5°, além de ter propriedades terapêuticas e medicinais.
O médico dr. Ciro Palmerston percebeu o potencial daquelas águas e fundou em 1964 a Pousada do Rio Quente. Hoje o complexo conhecido como Rio Quente Resorts conta com seis hotéis, que juntos somam 1119 quartos, dois parques aquáticos (o Parque das Fontes e o Hot Park), seis toboáguas, 19 piscinas, e a Praia do Cerrado (com direito a areias e ondas de até 1,20 m). É o maior e mais visitado da região, com mais de um milhão de hóspedes por ano.
A 27km dali, Caldas Novas também bebe da mesma fonte. É difícil encontrar na cidade hotéis que não tenha sua própria piscina, escorregador e toboágua abastecidos pelas cálidas nascentes.
Juntas as duas cidades formam a maior estância hidrotermal do mundo, isso graças à proximidade do curso dos lençóis freáticos com as camadas internas da terra, que aquece e pressuriza a água. São aproximadamente 6.228.000 litros por hora, ou quase 150 milhões de litros de água quente por dia.
Com tanta água, a fome é questão de tempo. Não faltam opções para encher a barriga, seja ficando em um dos bares molhados na beira da piscina, ou nos restaurantes dos hotéis ou da bem estruturada cidade de Caldas Novas.
A vida fora d’água também envolve um passeio no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, criado em 1970 para proteger os valiosos mananciais que abriga. Pertinho do centro da cidade, abriga tucanos, pica-paus, o urubu-rei, siriemas, tatus e até o lobo-guará. Do mirante, na parte mais alta, há uma bela vista da cidade e seus parques termais, pra quem já ficou com saudade da água, trilhas sinalizadas levam a duas cachoeiras, mas dessa vez geladas.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

História e cinema misturam-se nas ruas da Filadélfia

Filadélfia, no Estado da Pensilvânia, é o símbolo norte-americano do patriotismo, encenado em Hollywood por bandeiras na janela e pessoas emocionadas com o hino nacional.
A cidade foi muito importante no século 18 para que a nação obtivesse sua independência da Grã-Bretanha e até os dias de hoje continua sendo um dos pontos mais fundamentais para economia dos Estados Unidos.
Sua população tem a sorte de poder desfrutar de grandes parques e museus. Além de ter uma bela arquitetura e uma agitada vida cultural, a Filadélfia também é referência pop em um dos clássicos do cinema americano. Foi lá em que foi filmada a famosa cena da escadaria na franquia "Rocky", de Sylvester Stallone. A cena se passa na frente do Museu de Arte e é um dos pontos turísticos mais visitados. O filme "O Sexto Sentido" também usou a cidade como locação.
A Filadélfia, porém, é muito mais fascinante do que apenas uma escadaria e filmes de quem "vê gente morta". Os símbolos da luta dos EUA pela independência estão espalhados por toda a região. O Liberty Bell, um sino rachado que se tornou representante do combate contra as forças britânicas, e o Independence Hall, local onde foi assinada a declaração de independência americana, são alguns dos pontos históricos abertos para visitação de turistas.
A cidade também é acolhedora aos seus visitantes. Existem boas opções de hospedagem e se locomover por suas ruas e bairros históricos é uma tarefa bem simples. Apesar de sua enorme relevância histórica, a Filadélfia é tranquila, com um clima que lembra uma pacata e rica cidade no interior.
Se aprender mais sobre a história dos EUA está em seus planos, não esqueça de dar uma passadinha na Filadélfia, onde dias agradáveis estão garantidos. Você não irá se decepcionar.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Dos imponentes boulevards às ruelas mais escondidas, descubra o charme de Paris

Não é apenas de cartões-postais que vive Paris. Mesmo sendo um dos principais destinos turísticos do mundo, a cidade ainda conserva um charme discreto, com seus pequenos segredos que podem ser encontrados tanto nos imponentes boulevardsquanto nas ruelas mais escondidas. O Museu do Louvre, o Centro Georges Pompidou, o Museu Rodin, todos os quase 150 museus da cidade não são os únicos a contar a sua história. Conhecer Paris é encontrar aquele bistrot escondido no final da próxima travessa à esquerda, é descobrir uma loja de antiguidades tão antiga quanto a memória de seus objetos, é visitar um, dois, três bares de vinhos, uma pequena igreja numa pequena praça, se deparar com uma fanfarra tocando na saída daquela estação onde você chegou sem querer, depois de se perder nas baldeações entres as 14 linhas de metrô. Paris é convidativa aos pedestres, às caminhadas, às descobertas de suas minúcias carregadas de vida e história.

A cidade-luz tem uma luz que é só dela. Luz que atravessa os vitrais da Notre Dame e aquece a charmosa arquitetura das margens do rio Sena. O sol transversal que faz brilhar o bege dos prédios haussmanianos e ilumina as telas de artistas como Monet, Cézanne e Van Gogh, que retrataram a beleza das ruas de Paris. Só não confie no verão francês. O calor intenso dura alguns poucos dias, e o resto do ano tem o tom cinzento do inverno europeu. O que não é menos charmoso.

Paris tem o cheiro da baguette. Mas tem também as ostras do mediterrâneo, os crepes bretões, o foie gras do sudoeste, os queijos de cabra de Savoie. É a terra dos singelos prazeres, como degustar uma tarde de sol e um vinho rosé no terraço de um bar emMontmartre, beliscando escargots. Sim, a vida aqui parece um filme.

Um filme surrealista, por vezes. A aristocracia tradicional divide os 105 km2 da área da cidade com estudantes estrangeiros, imigrantes vindos de ex-colônias francesas, europeus do leste, do oeste, chineses, além dos muitos franceses que resolvem fazer a vida na cidade grande. Capital de um país governado há 16 anos pelos conservadores, Paris, com cerca de 2,2 milhões de habitantes (mais de 11 milhões na região metropolitana), continua recebendo um alto número de estrangeiros que vêm aproveitar dos benefícios do Estado, apesar das políticas desenvolvidas nos últimos anos para conter a imigração. De uma maneira desajeitada, um pouco a contragosto, Paris abriga a diversidade.

E Paris dorme cedo. Paris come bem. Paris fala inglês, mesmo se seu sotaque varia entre o charmoso e o incompreensível. Guardada no coração de muitos como a cidade mais bonita do mundo, o berço da cultura ocidental é passagem indispensável para quem viaja pela Europa.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Sonoma


Localizada a oeste de Napa, Sonoma é uma das mais visitadas zonas vinícolas do Estado da Califórnia. Famosa pela produção de excelentes cabernet sauvignon, a região tem várias áreas classificadas como A.V.A (American Viticultural Áreas), o que significa que as vinícolas do local usam pelo menos 85% de uvas da região na fabricação de seus produtos.

A cidade de Healdsburg é o centro de três denominações importantes de Sonoma: Alexander Valley, Dry Creek Valley and Russian River. Russian River é famosa pelo chardonnay e pelos espumantes, Dry Creek pelo zinfandel, cabernet sauvignon e rhone, e Alexander Valley, pelo cabernet sauvignon e sauvignon blanc.

Os vinhos de Sonoma também podem exibir outras nove denominações: Bennett Valley, Carneros (chardonnay e pinot noir), Chalk Hill, Green Valley, Knights Valley, Rockpile, Sonoma Coast, Sonoma Mountain e Sonoma Valley.

A região é a mais recomendada para quem gosta de espumantes. Casas como Korbel e Clos Du Bois e Gloria Ferrer estão instaladas lá.

Quem vai a Sonoma geralmente aproveita a viagem para fazer trilhas de bicicleta e voar de balão. O passeio pelos ares custa cerca de US$ 250 por pessoa e começa às 7h, com duração de quatro horas. O programa inclui lanche e vinho.

Para se hospedar, além da própria cidade de Sonoma, Healdsburg e Santa Helena são boas opções. Nesses municípios, as noites costumam terminar cedo. Às 2h, todos os bares da Califórnia fecham por força de lei estadual. Em Sonoma, a melhor opção para se divertir depois das 22h é o bar do restaurante "The girl and the fig", para gays, lésbicas e simpatizantes, e o Steiner's Tavern, ambos localizados na praça.
Arte UOL


Sonoma County Convention and Visitors Bureau
453 1st St E, Sonoma
Tel: 1 (707) 996-1090
www.sonomavalley.com

Associação de vinicultores de Sonoma
www.sonomawine.com

Algumas vinícolas de Sonoma

Buena Vista
Old Winery Road, Sonoma
Tel: 1 (707) 938-1266
www.buenavistacarneros.com

Alexander Valley Winery
8644 Highway 128, Healdsburg
Tel: 1 (707) 433-7209
www.avvwine.com

Sausal Winery
7370 Highway 128, Healdsburg
Tel: 1 (707) 433-2285
www.sausalwinery.com

Clos du Bois
19410 Geyserville Avenue, Geyserville
Tel: 1 (800) 222-3189
closdubois.com

Hanna Winery
9280 Highway 128, Healdsburg
Tel: 1 (800) 854-3987
www.hannawinery.com

Korbel
13250 River Road, Guerneville
Tel: 1 (707) 824-7313 ou 824-7000
www.korbel.com 

Davis Byrum Winery
239 Theresa Ct, Healdsburg
Tel: 1 (866) 442-7547 e (707) 433-5852
www.davisbynum.com

Talty Winery
7127 Dry Creek Rd, Healdsburg
Tel: 1 (707) 433-8438
www.taltyvineyards.com

Ferrari-Carano
3939 Lovall Valley Road Sonoma
Tel: 1 (707) 935-3939
www.ferrari-carano.com

Mauritson
2859 Dry Creek Rd, Healdsburg
Tel: 1 (707) 431-0804
www.mauritsonwines.com

Seghesio Winery
14730 Grove St. Healdsburg
Tel: 1 (866) 734-4374
http://www.seghesio.com

Rafanelli
4685 W Dry Creek Rd, Healdsburg
Tel: 1 (707) 433-1385
www.arafanelliwinery.com

Gloria Ferrer
23555 Carneros Hwy. 121, Sonoma
Tel: 1 (707) 996-7256
www.gloriaferrer

Gundlach Bundschu
2000 Denmark Street, Sonoma
Tel: 1 (707) 938-5277
www.gunbun.com

Sebastiani
389 Fourth Street East, Sonoma
Tel: 1 (707) 933-3230 ou 933-3200
www.sebastiani.com

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Pantanal é um belíssimo complexo de regiões que abrangem cerrado, chaco e floresta amazônica

O "Pantanal" compreende 11 regiões com características próprias dentro da confluência do cerrado, do chaco paraguaio e da região amazônica nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, nas fronteiras com Paraguai e Bolívia.
O Pantanal Sul abrange dois terços da planície pantaneira: lá estão, por exemplo, a Nhecolândia ou "Paraíso das Águas", as cidades de Miranda e Aquidauana, com grande parte dos serviços de hospedagem e infra-estrutura para turistas, e o Porto Murtinho, das pescarias. As principais portas de acesso ao sul são Campo Grande e Corumbá. No Pantanal Norte, ao sul da capital Cuiabá, os principais destinos são Barão de Melgaço (com savanas e ninhais), Poconé e Cáceres, áreas de acesso difícil devido ao prolongado alagamento.
As chuvas ditam as regras da vida pantaneira, multiplicando em variedade e quantidade a beleza da vegetação e dos animais que ali habitam. As aves parecem gigantes, como a tuiuiú (símbolo do Pantanal), cuja altura chega a 1,60 metro, ou a arara-azul e a colhereiro, de quase um metro.
As aves mergulham para comer, como gaviões e biguás, ou saem em disparada, como as emas. Algumas, em bandos, exibem-se com as asas abertas nos galhos das árvores, com as penas secando ao sol. Peixes, répteis, anfíbios e mamífero snão ficam atrás no quesito "tamanho GG": sucuris ultrapassam os 4 metros de comprimento, jacarés e lagartos chegam a 2,50 metros. Um único jaú pode pesar cem quilos, para a glória (e o esforço) do pescador que precisa retirá-lo da água. A onça-pintada, um ser solitário e felizmente anti-social, pouco avistado, é o maior felino do continente americano.
Num mundo onde o despertador é substituído pelos guinchos dos pássaros e até o físico dos cavalos precisa resistir aos charcos, o turista goza de autonomia apenas relativa. Guias locais são artigos de primeira necessidade, bem como os veículos com tração nas quatro rodas, os transportes aquáticos e os animais que eles disponibilizam nas trilhas, da manhã à noite.
Festas populares
A Festa de São João de Corumbá se destaca com uma procissão até o cais do rio Paraguai. A Dança dos Mascarados embeleza, com seu colorido figurino, três eventos de Poconé (MT): a Folia dos Mascarados, em fevereiro; a Festa de São Benedito, em julho; e o Festival Folclórico do Pantanal, em agosto. Os movimentos da dança lembram o de uma quadrilha, e os dançarinos, como no teatro grego, são todos homens.
Uma comunhão maior com os recursos naturais do Pantanal se realiza nos tradicionais Festival Internacional de Pesca, em Cáceres (MT), em setembro, e no Festival Internacional de Pesca Esportiva, em Corumbá (MS), em outubro. Ambos atraem centenas de participantes, de todos os cantos do Brasil e do exterior.