quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Belezas naturais fazem do Atacama, extensa área desértica no Chile, um oásis impressionante

O norte do Chile é realmente um lugar de extremos. É a região mais árida do planeta, com o deserto de maior altitude localizado a 2.440 metros, onde as águas das chuvas não passam de 35 milímetros por ano e o solo impermeável lhe garante um aspecto comparado ao de Marte.
A extensa área desértica entre as águas frias do Pacífico e as monumentais cordilheiras dos Andes é o local onde o viajante que busca experiências singulares encontra refúgio sem ter que abrir mão de serviços básicos. Esse esconderijo se chama São Pedro de Atacama, pequeno povoado que serve como base para a exploração da região.

Esta cidade, que ainda guarda costumes dos povos pré-incaicos que deixaram marcas profundas em seu território, era apenas uma localidade escondida do norte do país que mal recebia visitantes estrangeiros. Hoje é um produto chileno consolidado no mercado turístico internacional ao lado de Torres del Paine e Ilha de Páscoa.
Mesmo com tanta fama, a cidade ainda preserva seu ritmo particular, que permite ao visitante um passeio, a passos lentos, por suas ruas estreitas de terra e casas de adobe com telhados de palha. O clima pacato só é quebrado por alguma festa típica do povoado, como o desfile de Santa Rosa em agosto, ou pelas músicas folclóricas tocadas nas peñas da Caracoles, a principal via de circulação.
O Atacama, que na língua cunza significa "cabeceira do país", é marcado historicamente por disputas e dominações anteriores à chegada dos espanhóis. No ano 400 d.C., a sociedade tiwanaku, proveniente do território onde hoje se encontra a Bolívia, impõe-se hierarquicamente sobre o povo atacamenho. O período seguinte (entre os anos 900 e 1450) foi marcado pelo rompimento com aquela civilização e pelos novos conflitos sociais internos. Foi nesse contexto que os incas dominaram a região do Atacama até que fossem dizimados com a chegada dos europeus, em 1535.
Há três formas de se conhecer a região: a tradicional, em que as agências oferecem o mais básico do Atacama como os Vales da Lua e da Morte, além dos gêiseres de El Tatio; o roteiro alternativo, em que as margens do deserto ganham novas dimensões em rotas pouco divulgadas com visitas a petroglifos, povoados de um só habitante e cânions em vales multicoloridos; e a terceira opção, que alia um pouco de cada um dos dois roteiros anteriores.
Seja qual for a escolha, uma imagem será inevitável: o Licancabur, imponente vulcão cônico de 5.916 metros de altura que separa o Chile e a Bolívia. Quanto mais longe se vai, mais se vê esse vulcão onipresente entre os recortes das rochas gigantes que cercam a região.
A montanha é local sagrado desde épocas anteriores à chegada dos colonizadores, quando ali se realizavam sacrifícios com animais. A prática foi proibida pelos espanhóis, mas o vulcão continua atraindo aventureiros até a lagoa que se localiza no seu cume, além de devotos que uma vez ao ano levam oferendas à Pacha Mama pelo que se conquistou naquele período.
É certo que a escalada de oito horas se dá pela Bolívia devido ao terreno ainda minado da época em que o Chile e a Argentina disputavam terras, mas para o Licancabur não existe fronteiras nem guerras. Por isso, ele segue soberano guardando a região. E ainda dizem que o oásis é pura ilusão. Não no deserto do Atacama.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Fábio Calvetti/UOL

São Pedro é acolhedora, mas desafiadora para quem quer esportes radicais

Um adjetivo que cai bem para definir o turismo em São Pedro é versatilidade. Se por um lado há as mordomias e delícias de um fim de semana em um hotel fazenda, por outro há o suor e o contato com a natureza dos esportes radicais e do ecoturismo. Enquanto na vizinha Águas de São Pedro muitos senhores e senhoras estão em busca da cura pelas águas sulforosas, na rampa de parapente, os jovens (pelo menos de espírito) querem adrenalina.

A rede hoteleira também acompanha essa versatilidade para agradar a todos. Há de pousadas de qualidade por preços em conta a hotéis de luxo e spas para quem quer se desligar de tudo. 
Localizada a 180 quilômetros da capital, São Pedro está na encosta da serra do Itaqueri, uma região privilegiada em belezas naturais. Dezenas de vales, rios e cachoeiras estão aos arredores da cidade, assim como a vizinha Brotas. Fazer rapel, trilhas de jipe, voos de asa-delta ou apenas inclinar a cabeça sob um jato de cachoeira são algumas das opções rotineiras em São Pedro.

A cidade tem história há mais de três séculos como um pouso para tropeiros. Desenvolveu-se com o ciclo do café e, na primeira metade do século 20, passou por uma curiosa transformação. Durante uma procura por petróleo, foram descobertas fontes de águas medicinais repletas de minérios que deram início ao turismo na região. Com o sucesso, o prefeito da época emancipou uma pequena porção de terra visando lucros. Assim, nasceu a cidade Águas de São Pedro, um dos menores municípios do país e que ganhou dos habitantes da antiga São Pedro o apelido de "Vaticano".

Mas se a cidade perdeu suas fontes de águas sulforosas, São Pedro ainda guarda aquele clichê gostoso de interior: praça com coreto, igreja matriz, sossego, nenhum prédio no horizonte e habitantes que se cumprimentam nas ruas (e sempre perguntam como estão os outros membros da família). Uma de suas marcas registradas é o bordado em ponto de cruz, tradição iniciada há mais de 80 anos e que ainda atrai turistas pelos preços em conta de enxovais.

Nos arredores, graças a sua geografia cheia de relevos, São Pedro dispõe de 18 cachoeiras, sete abertas para visitação. Em um passeio pela serra, não é difícil avistar tucanos, araras e macacos-prego. Com seus altos vales, é um ótimo local para saltos para asa-delta e parapente. São duas rampas para salto, uma delas a 1.020 metros do nível do mar e há também mais de 150 quilômetros de trilhas off-road e outros esportes radicais como tirolesa, arvorismo e mountain bike.

Para quem busca sossego, o melhor mesmo é hospedar-se em uma pousada, num hotel fazenda ou num hotel mais afastado da cidade. De tarde, faça um passeio pela cidade e veja o parque Maria Angélica, a praça central e o Museu Gustavo Teixeira. Se o foco for aventura, procure uma pousada próxima às entradas da serra do Itaqueri. Muitas já possuem programas ecoturísticos que vão de trilhas a passeios de moto.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Quer sentar na janela e ver a paisagem? Não suporta barulho? Quer mais espaço? Então confira nossas dicas!


Escolher seu lugar no avião pode garantir uma viagem bem mais tranquila para você e sua família (Crédito: Thinkstock)
Você comprou sua passagem de avião e tem dúvidas sobre qual assento é melhor para garantir uma viagem tranquila? Pois a resposta não é tão objetiva assim. A escolha depende muito do seu perfil e o que gosta (ou não) durante uma viagem. Se você é alto, por exemplo, a dica é procurar pelas poltronas com mais espaço para as pernas. Curte a paisagem nas alturas? Então fuja dos assentos perto das asas do avião. Para cada passageiro, existe uma poltrona ideal. Descubra a sua!

Espaço para bagagem de mão: Na maior parte das vezes, os passageiros das 10 últimas fileiras são os primeiros a embarcar, depois dos casos prioritários. Quem entra primeiro encontra muito mais espaço no bagageiro.
Conforto: A dica para os passageiros mais altos é escolher as poltronas próximas às saídas de emergência, que possuem espaço maior para as pernas. Mas nem sempre elas reclinam e geralmente têm custo adicional. A primeira fileira também leva vantagem por não ter nenhuma poltrona na sua frente.
Janelinha: Se você quer apreciar a paisagem lá fora, procure não sentar perto das asas do avião, que bloqueiam a visão. Neste caso, as primeiras fileiras são as ideais.
Embarque rápido: Para os apressadinhos, a dica é reservar a poltrona nas últimas fileiras, que são as primeiras chamadas para o embarque. No entanto, você será fatalmente um dos últimos a sair do avião.
Barulho: Se a única coisa que te importa é sossego, fique longe das asas (onde o barulho das turbinas é maior), da cozinha e do banheiro (maior entra-e-sai de passageiros e da tripulação) e da primeira fila (onde geralmente ficam crianças desacompanhas ou mães com bebês). Escolha ainda os assentos da janela, longe do movimento no corredor. Pesquise na internet a configuração da aeronave a partir do número do voo e localize quais poltronas você quer evitar.
Frio: O fluxo de ar nos aviões é da frente para trás, então os lugares no fundo são menos frios. Além disso, os pontos mais vulneráveis às temperaturas negativas de fora da aeronave são as portas de entrada e saídas de emergência.
Turbulência: O lugar mais estável em caso de turbulência fica na região das asas. Se você é daqueles que enjoam, este é lugar certo, já que dão menos sensação de movimento.
Banheiro e inchaço nos pés: É daqueles que não conseguem segurar muito tempo sem ir ao banheiro? Sente sempre na poltrona do corredor, onde irá atrapalhar menos seus companheiros de viagem. Isso vale também para os que sofrem com retenção de líquido, o que faz os pés incharem. Fique no corredor e caminhe um pouco para aliviar o problema.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

J. Wagner da Silva/Divulgação Embratur

Jericoacoara tem charme de vilarejo, dunas acolhedoras, descanso e movimento

Jericoacoara é um vilarejo especial no norte do Ceará que vislumbra o sol se pôr, no mar, em todas as tardes do ano. Moradores e turistas partem de várias ruas ao mesmo tempo, e o ritual se completa no alto da grande duna de areia. Pensando bem, ali o sol não se põe: ele se exibe, dá um show de cores e formas no céu.

Para a duna, antes de anoitecer, convergem os idiomas e sotaques distintos que fazem de Jericoacoara um dos pontos mais internacionais do litoral brasileiro. Ainda sobre a duna, diante de capoeiristas fazendo piruetas na areia e do céu pintado de lilás, rosa e laranja, feito um quadro de Monet gigantesco que a noite logo vai esconder, são agendados passeios, encontros, festas, aulas de windsurfe e jogos de futebol. "A areia corre veloz, escova as pernas, chega até os olhos", escreveu um italiano sobre o lugar. A vila pacata oferece descanso e também movimento.

Praias, lagoas e parque nacional
A 280 km de Fortaleza, a cidade de Jijoca de Jericoacoara é a porta de entrada para a vila de Jeri, escondida atrás das dunas. São necessários veículos com tração nas quatro rodas para chegar lá, no refúgio à beira-mar. Jijoca tem boa estrutura de pousadas e as águas azuis da Lagoa Paraíso, que enche nas temporadas de chuva, no primeiro semestre. Em período de seca, melhor tomar o caminho do mar, em Jeri, a 23 km de distância.

Não são praias comuns, dessas com quilômetros de guarda-sóis, quiosques e carrinhos de sorvete. Nada será trivial num lugar onde é possível aproveitar boa parte das férias de pés descalços, dia e noite, já que as ruas não têm calçamento: só areia fofa. O mesmo vento de qualidade excepcional (sobretudo no segundo semestre) que atrai windsurfistas e kitesurfistas do exterior pode tornar incômodo o banho de sol.
As praias de Jeri convidam a longas caminhadas pela manhã e no final da tarde. Até a Pedra Furada e Serrote, por exemplo, numa trilha sobre rochas, ou no sentido oposto, para os lados de Guriú e Tatajuba. Nas proximidades do meio-dia, o sol é forte demais.

A região foi descoberta para o turismo nos anos 80 e desde 2002 a área de 84 km² que engloba as principais atrações da região, suas praias, dunas, lagoas e restingas tem o status de Parque Nacional de Jericoacoara, administrado pelo Ibama. Em 1984, Jeri havia sido transformada em APA (Área de Proteção Ambiental), condição que contribuiu para a conservação de sua peculiar paisagem de caatinga e coqueiros nas beiradas do oceano.

Incluído em pacotes para Fortaleza, o tempo curto de dois ou três dias de visita será sempre melhor do que nenhum dia em Jericoacoara. Mas basta considerar fatores como a dificuldade do acesso, a tristeza dos que partem e a decisão de morar ali de muitos forasteiros para concluir que o lugar merece um tempo maior.

terça-feira, 16 de agosto de 2016


Windhoek é a porta da fascinante Namíbia, na África

Compacta, limpa e segura. Sem exageros, esses são os adjetivos que melhor definem Windhoek, a capital de um dos países mais fascinantes do sul do continente africano, a Namíbia.

Seu pequeno e tranquilo centro financeiro concentra os principais atrativos turísticos da cidade com construções de estilos trazidos da Europa e ruas de nomes complexos que não negam seu passado.

A Namíbia, cujos primeiros visitantes europeus vinham de Portugal, já foi administrada pela Alemanha, de 1885 até a sua derrota na Primeira Guerra Mundial, e pela União Sul-Africana, atual território da África do Sul, a partir de 1910.

Porém, a Namíbia ainda busca sua própria identidade e, lentamente, vai mostrando para o mundo por que sua paisagem impressionante de selvas e desertos alaranjados tem fascinado viajantes de todo o mundo. E a porta de entrada para esse cenário de beleza única ainda é Windhoek, a simpática capital com ares de interior que fica entre a África e a Europa.


terça-feira, 9 de agosto de 2016

Principal porto da Coreia do Sul, Busan tem um curioso mercado de peixes

Peixes compridos, redondos, magros, prateados, secos, vivos e mortos. Mariscos, lulas, polvos e várias outras espécies que a maioria das pessoas comuns não sabe identificar. Toda essa fauna marinha está à venda no Mercado Jagalchi, curioso não só pela variedade de espécies, mas também pela disposição dos produtos à venda. Alguns peixes, minuciosamente arranjados em cestas de plástico ou pratos de metal, lembram um caprichado buquê de flores. Outros ainda respiram debaixo da água das bacias que fazem as vezes de aquários, regados constantemente pelos vendedores. A água também invade a área coberta do mercado e assim muita gente precisa arregaçar as calças para adentrá-lo.
Sem dúvida nenhuma o Jagalchi é o programa mais interessante de Busan, também conhecida como Pussan. A venda dos peixes é uma tradição local desde 1865, quando o porto (que é o principal do país) se abriu ao mundo ocidental. Hoje o passeio desperta a curiosidade dos ocidentais, que podem ficar horas observando aquelas criaturas estranhas. 
Se você é do tipo que fica com pena dos animais à beira do abate, melhor observar os seres marinhos em outro canto: no Aquário de Busan. Ele tem de águas-vivas a camarões, passando por tubarões que nadam por trás do vidro. Passeie sem pressa e resista à tentação de contratar o curto passeio de barco indoor. Você vai se deparar com as mesmas espécies já visíveis de outros ângulos e só vai entender a fala do guia de se dominar a língua coreana. 
O aquário fica exatamente na turística praia de Haenduae, onde outra curiosidade salta aos olhos do turista mais atento: apenas os ocidentais usam roupas de banho na areia ou no calçadão. Os próprios coreanos circulam por essas áreas com roupas, mesmo. Trata-se simplesmente de um costume local. Por isso todos eles mantêm a pele tão branca. Mas isso não esvazia a praia numa tarde de sexta-feira. Pelo contrário. É frenético o movimento dos transeuntes no calçadão.
Muitos deles caminham ou pedalam em direção ao arborizado parque Fuknoka, lotado de gente das seis da manhã às dez da noite. A charmosa área à beira-mar tem várias árvores, muitos templos e uma construção considerada um dos cartões-postais da cidade: o Nurimaru APEC House. Construído para abrigar um encontro de países da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico) em 2005, ele ainda hoje recebe eventos internacionais e fica aberto ao longo do ano para a visita dos curiosos. Fotogênico, ele rende belas imagens, principalmente se clicado num ângulo em que também aparece a ponte suspensa Gwangan Grand, que tem 7,4 quilômetros de comprimento. 
Belas paisagens para fotos não faltam na segunda maior cidade do país, que tem boa oferta de hotéis e albergues. O visitante também deve aproveitar para degustar os mais diferentes tipos de peixes oferecidos pelos restaurantes de  Busan, como a enguia servida por vários deles na Oncheonjang Eel Street.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Sonoma


Localizada a oeste de Napa, Sonoma é uma das mais visitadas zonas vinícolas do Estado da Califórnia. Famosa pela produção de excelentes cabernet sauvignon, a região tem várias áreas classificadas como A.V.A (American Viticultural Áreas), o que significa que as vinícolas do local usam pelo menos 85% de uvas da região na fabricação de seus produtos.

A cidade de Healdsburg é o centro de três denominações importantes de Sonoma: Alexander Valley, Dry Creek Valley and Russian River. Russian River é famosa pelo chardonnay e pelos espumantes, Dry Creek pelo zinfandel, cabernet sauvignon e rhone, e Alexander Valley, pelo cabernet sauvignon e sauvignon blanc.

Os vinhos de Sonoma também podem exibir outras nove denominações: Bennett Valley, Carneros (chardonnay e pinot noir), Chalk Hill, Green Valley, Knights Valley, Rockpile, Sonoma Coast, Sonoma Mountain e Sonoma Valley.

A região é a mais recomendada para quem gosta de espumantes. Casas como Korbel e Clos Du Bois e Gloria Ferrer estão instaladas lá.

Quem vai a Sonoma geralmente aproveita a viagem para fazer trilhas de bicicleta e voar de balão. O passeio pelos ares custa cerca de US$ 250 por pessoa e começa às 7h, com duração de quatro horas. O programa inclui lanche e vinho.

Para se hospedar, além da própria cidade de Sonoma, Healdsburg e Santa Helena são boas opções. Nesses municípios, as noites costumam terminar cedo. Às 2h, todos os bares da Califórnia fecham por força de lei estadual. Em Sonoma, a melhor opção para se divertir depois das 22h é o bar do restaurante "The girl and the fig", para gays, lésbicas e simpatizantes, e o Steiner's Tavern, ambos localizados na praça.
Arte UOL


Sonoma County Convention and Visitors Bureau
453 1st St E, Sonoma
Tel: 1 (707) 996-1090
www.sonomavalley.com

Associação de vinicultores de Sonoma
www.sonomawine.com

Algumas vinícolas de Sonoma

Buena Vista
Old Winery Road, Sonoma
Tel: 1 (707) 938-1266
www.buenavistacarneros.com

Alexander Valley Winery
8644 Highway 128, Healdsburg
Tel: 1 (707) 433-7209
www.avvwine.com

Sausal Winery
7370 Highway 128, Healdsburg
Tel: 1 (707) 433-2285
www.sausalwinery.com

Clos du Bois
19410 Geyserville Avenue, Geyserville
Tel: 1 (800) 222-3189
closdubois.com

Hanna Winery
9280 Highway 128, Healdsburg
Tel: 1 (800) 854-3987
www.hannawinery.com

Korbel
13250 River Road, Guerneville
Tel: 1 (707) 824-7313 ou 824-7000
www.korbel.com 

Davis Byrum Winery
239 Theresa Ct, Healdsburg
Tel: 1 (866) 442-7547 e (707) 433-5852
www.davisbynum.com

Talty Winery
7127 Dry Creek Rd, Healdsburg
Tel: 1 (707) 433-8438
www.taltyvineyards.com

Ferrari-Carano
3939 Lovall Valley Road Sonoma
Tel: 1 (707) 935-3939
www.ferrari-carano.com

Mauritson
2859 Dry Creek Rd, Healdsburg
Tel: 1 (707) 431-0804
www.mauritsonwines.com

Seghesio Winery
14730 Grove St. Healdsburg
Tel: 1 (866) 734-4374
http://www.seghesio.com

Rafanelli
4685 W Dry Creek Rd, Healdsburg
Tel: 1 (707) 433-1385
www.arafanelliwinery.com

Gloria Ferrer
23555 Carneros Hwy. 121, Sonoma
Tel: 1 (707) 996-7256
www.gloriaferrer

Gundlach Bundschu
2000 Denmark Street, Sonoma
Tel: 1 (707) 938-5277
www.gunbun.com

Sebastiani
389 Fourth Street East, Sonoma
Tel: 1 (707) 933-3230 ou 933-3200
www.sebastiani.com