terça-feira, 29 de novembro de 2016

Conheça Miami além das compras!


Com fama de ser ótimo local para compras nos Estados Unidos, Miami atrai milhares de brasileiros todos os anos atrás de produtos exclusivos de grifes famosas, shoppings, outlets, enxovais e eletrônicos. É claro que esse é um excelente motivo para viajar, mas já pensou em quantas atrações Miami oferece aos turistas? Então confira aqui os principais pontos turísticos dessa cidade divertida e cheia de energia!
A cidade de Key West fica bem ao sul dos EUA e tem praias lindas (Crédito: Thinkstock)

Praias

Não tem nada tão característico desse destino como as praias de águas cristalinas de Miami Beach, cidade vizinha de Miami e que fica em uma ilha. Sempre lotadas de frequentadores e cercadas por residências luxuosas, as praias de lá são um convite para o mergulho, uma caminhada ou simplesmente aproveitar o sol, já que mesmo durante o inverno é possível curtir os dias claros. Conheça South Beach, distrito art-déco muito badalado, com muitos jovens e azaração rolando solta. Se procura por locais mais sossegados, escolha a região de Mid-Beach e North Beach.
Outra cidade vizinha de Miami que vale muito a visita é Fort Lauderdale, que rende ótimo roteiro de um dia. Ali você pode fazer passeio de barco por canais, mergulhar na praia de Fort Lauderdale e caminhar no calçadão. Já a cidade de Key West, que fica um pouquinho mais distante, é o ponto dos Estados Unidos mais próximo de Cuba. Tem praias lindas e quem a visita volta apaixonado!
Os Everglades tem uma imensa área com fauna e flora típica da Flórida, como dos temidos jacarés (Crédito: Thinkstock)

Everglades

Aqui começa a aventura! O Everglades National Park tem mais de 1 milhão de hectares e é coberto pela vegetação típica da região da Flórida, formada por áreas de água doce, água salgada, pântanos e mangues, ondem vivem aves como águias e garças, e os temidos jacarés. A forma mais legal de conhecer os Everglades é através de um passeio no air boat, barco que funciona com uma hélice e entra no meio de pântanos. É possível também explorar as diversas trilhas que existem dentro do parque.

Jungle Island

Neste parque que mistura zoológico e floresta você poderá acariciar cangurus, pinguins e outros animais, além de assistir shows como o “Winged Wonders”, com aves perigosas, e o “Tale of the Tiger”, destacando o tigre mais raro do mundo.  O parque tem boa infraestrutura para famílias, com aluguel de carrinho, lanchonete e shows durante todo o dia.

Miami Seaquarium

Se você gosta de animais marinhos, o Seaquarium é o parque aquático e o oceanário mais antigo do país. Criado em 1955, recebe cerca de meio milhão de visitantes por ano. Possui diversos animais, como baleias, peixes, tartarugas, aves, crocodilos e leões-marinhos. Os shows mais concorridos são estrelados pelas orcas e golfinhos e oferece algumas atividades extras, como nado com golfinhos e mergulho com escafandro.

Vida noturna

Os baladeiros de plantão vão se divertir muito em Miami e Miami Beach! São muitas opções de entretenimento, com destaque para o Nikki Beach, LIV Night Club, Mynt Lounge, Mansion  e SET Night Club. Outra dica é passear pela Ocean Drive, que conta com várias casas noturnas e bares próximos uns dos outros, cada um com um estilo diferente.
Uma dica importante é que, de acordo com as leis americanas, é preciso ter ao menos 21 anos para entrar nas baladas e consumir bebidas alcoólicas. Sempre carregue um documento de identificação para comprovar a idade. 
E não basta pagar para entrar em uma casa noturna! Na terra do tio Sam as filas formam-se do lado de fora do estabelecimento e cabe ao segurança ou hostess decidir quem entra. Somente depois da “aprovação” e de checar a identidade, você recebe um carimbo e pode curtir a noite. Para ter mais chances de ser escolhido, vista sempre roupas elegantes e, se for homem, é mais fácil entrar se tiver em companhia de uma mulher, já que as boates dão preferência às mulheres na fila.
Agora que já sabe tudo sobre Miami confira aqui passagens áreashotéis e pacotes e agende já sua viagem!

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Divulgação


Em Ho Chi Minh, no Vietnã, buzinas, aromas e história se misturam nas ruas

Se você está trás de lojas caras, shopping centers luxuosos e marcas famosas (pelo menos as originais), risque Ho Chi Minh do seu roteiro de viagens. O espetáculo da maior cidade do Vietnã acontece bem longe dos circuitos internacionais de consumo. Suas cores são as da vistosa paisagem tropical, sua trilha sonora é a das onipresentes buzinas de motocicletas e seu cheiro é o da deliciosa sopa phobo (pronuncia-se fô-bô). E o interesse maior está nas ruas de uma metrópole marcada pelos resquícios do passado rural ainda recente para boa parte de seus habitantes.

Isso não quer dizer que Ho Chi Minh – ou Saigon, se preferir – tenha virado as costas para o comércio de nariz empinado. Nas beiras da rua Dong Khoi, prédios gigantescos abrigam hotéis de luxo e filias de grifes estrangeiras tentam emplacar seu estilo. Mas se tornam quase exóticas em contraste com a pobreza de uma população que está apenas uma posição acima da Índia em renda per capita na Ásia. Isso faz com que a diversão ocorra a céu aberto e com bem poucos recursos. Futebol no parque, crianças nos playgrounds públicos, cervejadas em banquinhos improvisados na calçada, refeições com o prato na mão e cochilos no meio da rua – inevitáveis com o calor escaldante – fazem a alegria de uma população que, aos poucos, aprende a explorar o turismo. Portanto, não se aborreça se um vendedor se recusar a interromper a soneca para pegar seu pedido ou uma atendente do famoso mercado Ben Thanh puxar sua camisa para fazer as ofertas. E, na hora das compras, nas lojas ou nas ruas, prepare-se para pechinchar no peculiar inglês local. Isso porque os preços quase nunca estão escritos e, para estrangeiros, eles começam pelo menos três vezes mais alto que o original. O que não significa lá muita coisa – pagar o triplo de 30 centavos por uma água de coco continua sendo razoável.

Os preços vietnamitas são de deixar boquiabertos os turistas, inclusive brasileiros. Por pouco menos de 20 reais janta-se no muito saboroso Huong Lai, com sua bela variedade de pratos locais e atendimento caprichado. Já uma refeição completa numa das lojas do Pho 24 custa cerca de oito reais e prepara para um dia todo de caminhadas. Num país que ainda não foi dominado pelos molhos prontos e congelados, comer o que quer que seja é sempre uma experiência e tanto. Vegetais fresquíssimos temperados com o sabor marcante do molho de peixe nuocman, carnes cozidas por muitas horas na água de coco e os preciosos rolinhos nem cuon, feitos com papel de arroz, são sempre recompensadores. No café da tarde, pare em uma cafeteria qualquer ou em uma das lojas da rede Highlands Café para saborear a bebida na versão local, feita de um jeito bem diferente do nosso.

Um mundo só de motos
A vida em Ho Chi Minh começa bem cedo, com os primeiros vendedores circulando pelas ruas com seus famosos chapéus em formato de cone, e termina tarde, com os jovens locais namorando ao redor dos parques em cima de suas inseparáveis bicicletas. E não são só as paqueras que acontecem no lombo de duas rodas – homens, mulheres, animais, famílias inteiras andam a velocidades inferiores a 40 km numa cidade que dispensou as quatro rodas. Não há semáforos e as faixas de pedestres são enfeites. Atravessar a rua na capital econômica do Vietnã (a política de Hanói) é sempre uma aventura. Se tiver muitos problemas, a dica é: cole num local e ele vai conduzi-lo são e salvo ao outro lado.

Com boa parte dos pontos turísticos localizados em volta do centro, Ho Chi Minh não precisa de meios de transporte para ser visitada. Exceto pelo bairro Cholon, a Chinatown, que reúne alguns dos melhores templos da cidade. Para chegar lá, use um táxi (o percurso não vai sair mais de dez reais) ou um tuk-tuk, espécie de bicicleta não motorizada com espaço para um passageiro. Mas tome cuidado para não ser enganado: o ideal é escrever o preço no papel e conseguir o consentimento do motorista. Se ele oferecer mais outros destinos, desconfie: a conta no final pode ser maior. O passeio sairá por volta de seis ou sete reais, ida e volta.

Memórias da Guerra
Costuma-se dizer que as guerras são contadas sempre do ponto de vista do vencedor. Essa máxima, no entanto, não vale para a Guerra do Vietnã. Embora tenha vencido a guerra, o país pouco disse ao mundo sobre o conflito que até hoje marca a fundo a população local. Com o incentivo do governo socialista, os vietnamitas falam com orgulho sobre a vitória e não medem palavras ao contar as atrocidades a que assistiram. Um exemplo é o Museu da Guerra, que relembra em fotos chocantes os terrores do passado. Em vez de prejudicar, o abandono das instalações complementa a experiência de ver de perto a verdade dos conflitos armados.

Bem diferente é o Palácio da Reunificação, construído em 1966 pelo Vietnã do Sul para servir de sede ao governo filiado aos Estados Unidos. Suntuoso na parte acima da terra, embaixo dela ganha ares de filme, com instalações para servir de fuga ao presidente em caso de bombardeio do prédio. Mapas, telefones de emergência, máquinas de datilografar para envio de mensagens secretas – tudo foi mantido exatamente como era.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Seguro-viagem: entenda as vantagens e escolha a melhor opção!


O seguro-viagem te ajuda em qualquer contratempo, da mala perdida a problemas de saúde (Crédito: Thinkstock)
Viagem de férias definitivamente não combina com imprevistos. Por esse motivo, contratar um seguro-viagem é a maneira mais prática e garantida de evitar gastos excessivos e estresses com problemas como extravio de bagagem ou documentos, acidentes ou indisposição repentina de saúde.
É um erro considerar o seguro-viagem um luxo e logo cortá-lo do orçamento. Existem vários tipos de coberturas e diferentes serviços em cada plano. Além do internacional, também é possível contratar para destinos nacionais, viagens de cruzeiros e intercâmbios. Se o seu destino é Europa, fique atento! Em lugares como França, Itália, Alemanha e Portugal só é possível entrar com esta documentação.
Separamos um guia rápido para você entender como este serviço funciona e como escolher a melhor opção para sua viagem. Confira!

O que é o seguro-viagem?

O seguro-viagem é uma proteção para imprevistos. Este serviço é pago, cobrado por dia ou diárias, e te ajuda a não se preocupar com gastos em dólares ou euros para ser atendido por um médico em outro país, por exemplo. Nesse caso você não precisa pagar a conta do hospital na hora, pois as despesas serão cobertas pelo seguro. Se precisar localizar uma bagagem, este auxílio também pode estar incluso na cobertura. Há vários tipos de planos e preços, e na Europa é obrigatório comprovar que há um seguro contratado para entrar em mais de 20 países.

Para que serve o seguro-viagem?

Você só deve acionar o serviço se precisar de atendimento médico ou auxílio em casos de acidentes, extravio de bagagens, perda de documentos pessoais ou ajuda para se reorganizar se houver alterações em horários e datas de voos. Tudo depende do destino e do que você incluir na cobertura. Com o seguro-viagem você não estará sozinho para lidar com qualquer dificuldade que possa impactar negativamente o seu roteiro.

Quais os tipos de seguro-viagem?

As coberturas mais comuns incluem despesas médicas, situação de morte e reembolsos por extravio das malas ou bagagem danificada. Você pode se planejar para obter planos mais completos, com facilidades para cancelamento de viagem, cobertura para doenças preexistentes, passagens aéreas para familiares, assistência jurídica ou até prorrogação de estadia. A principal mudança em cada tipo de plano é o valor do reembolso.

Como funciona?

Em grande parte dos casos você precisa apenas assinar documentos referentes ao seu seguro-viagem no dia em que for atendido. Nos casos de problemas de saúde, você pode acionar o seguro para ser encaminhado para o hospital mais próximo ou receber o médico no hotel, por exemplo. Se precisar comprar medicamentos ou tiver problemas com bagagens você pode preencher a solicitação de reembolso após a viagem para não ficar no prejuízo.

Onde o seguro-viagem é obrigatório?

Além dos cuidados com passaporte e visto nas viagens internacionais, a entrada em 27 países europeus exige um seguro-viagem com cobertura mínima de 30 mil euros. Para saber se é obrigatório na sua viagem, consulte se você vai passar pelos países integrantes do acordo Schengen, que são: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Islândia, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Suécia e Suíça. No caso de intercâmbio, a Austrália exige um seguro-saúde, que garante acesso ao sistema de saúde público australiano.

Seguro-viagem internacional

Para ter certeza se determinada cobertura é eficiente, pesquise os custos de um atendimento médico na moeda local no país de destino. Os Estados Unidos, por exemplo, costuma ter custos mais altos em saúde, se comparado ao mesmo serviço no Brasil. Entre os seguros disponíveis no mercado, os custos com saúde podem ter cobertura de 40 mil a 1 milhão de dólares. Na hora de comparar preços, muitas vezes a diferença de valor mais alta pode compensar, principalmente em casos específicos, como acidentes durante a prática de esportes radicais.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Eduardo Vessoni/UOL

Tranquila e poética, Puerto Varas tem lagos, vulcões e parques

Cidade chilena localizada na Décima Região, Puerto Varas observa, sem pressa, o vai e vem tranquilo de barcos e botes que deslizam as águas azuladas que tocam suave as margens da cidade. Descansa com vistas para o Llanquihue. É pretexto para entender a origem do nome da região, onde está localizada, a dos lagos.
 
Orgulhosa das marcas deixadas pelos imigrantes alemães que a ergueram, a partir de 1852, a tradicional Puerto Varas também é poesia, sobretudo quando se enche de flores, nos meses da primavera, o que lhe garante o título de "Cidade das Rosas".
 
Entre ela e sua vizinha Puerto Montt, capital da Região dos Lagos, está o vulcão Osorno, símbolo natural que pode ser visto destes dois destinos mais visitados no país e que parece conectá-los.
 
Puerto Varas tem boa infraestrutura de hospedagem, com opções que vão desde albergues a hotéis butiques, e uma gastronomia rica, com pratos preparados com ingredientes extraídos das águas da região. 
 


terça-feira, 1 de novembro de 2016

Praia do Forte é marcada por resorts sofisticados, praias tranquilas e respeito à natureza
Parece improvável que um lugar possa reunir um ambiente bucólico e aconchegante para quem deseja relaxar, lojas de grife, campos de golfe e hotéis de luxo e ao mesmo tempo preservar a natureza com o devido respeito e atenção que ela merece. Mas isso existe aqui mesmo no Brasil: a Praia do Forte.

A cidade é considerada a "Polinésia brasileira". Com 12 quilômetros de praias de areia branquíssima, águas límpidas e cristalinas, piscinas naturais e enormes coqueiros à beira mar, o local é quase a visão idealizada que se faz do arquipélago do Pacífico Sul. E bem ali, a pouco mais de 50 quilômetros de Salvador.

Muito antes de se tornar moda, a consciência ambiental e as construções ecológicas já cresciam nesse refúgio baiano. Ao contrário das preocupações atuais, lá não se explorou para começar a preservar. O pensamento de que a natureza faz parte da vida cotidiana está enraizado no povo.

O rústico e o luxuoso convivem harmonicamente. Aliás, quem chega é que deve se ajustar às normas locais. As placas de madeira ou pedra e o chão de terra estão lá para mostrar que a pequena população, em grande parte de pescadores, apesar de ter adotado o turismo como meio de vida, não abre mão de permanecer simples.

Foi na Praia do Forte que nasceu a primeira base do Projeto Tamar, em 1982. Atualmente são mais de vinte unidades espalhadas pelo litoral brasileiro. E lá até hoje as tartarugas continuam se reproduzindo, com a ajuda de biólogos, da população e até dos resorts que são erguidos rente a praia, mas que jamais ousam adentrar o território dos quelônios. Outro reduto de preservação ambiental é a Reserva Ecológica Sapiranga, do outro lado da estrada.

Apesar de ter litoral tranquilo, a Praia do Forte também recebe bem os adeptos de emoções mais intensas, como o rafting, a tirolesa, os passeios de quadriciclo e o parasail (espécie de paraquedas puxado por uma lancha).

Com belezas naturais de encher os olhos, os baianos da Praia do Forte só querem que as coisas continuem assim, do jeitinho que são. E exigem dos turistas que apreciem, divulguem, e não levem de lá mais do que boas fotos e lembranças.