segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Vai viajar com seu pet? Confira as regras para embarcar no avião

Viajar e levar o animal de estimação da família está cada vez mais comum. Seja por não ter com quem deixar ou para que a saudade não estrague as férias, muitas pessoas optam por levar seus pets na viagem. Mas para isso é preciso observar algumas regras importantes, especialmente quando o trajeto for feito de avião.
De acordo com as normas da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o transporte de animais é cobrado à parte e o dono precisa reservar a passagem de seu bichinho com antecedência, já que muitos voos limitam o número de animais a ser transportados.
Cada companhia tem suas próprias regras quanto ao transporte, mas de modo geral o custo adicional é normalmente calculado com base no peso do animal mais caixa de transporte e no preço cheio da passagem. Também consulte sobre a necessidade de focinheira no aeroporto e durante o voo.
Viajar de avião com bichos de estimação está cada vez mais comum (Crédito: Thinkstock)

Pode viajar na cabine?

É possível levar seu pet na cabine, mas isso vai depender das regras da companhia. Geralmente o que se leva em conta são as dimensões e o peso da caixa de transporte. Mas, caso o seu amigo não possa ficar na cabine, não se preocupe! Os compartimentos de carga são pressurizados e têm a temperatura controlada, proporcionando conforto para os animais.
No entanto, é importante observar que algumas companhias aéreas não transportam animais de focinho curto (braquicefálicos), como o pug e o pitbull. Estas raças não se dão bem com variações grandes de temperatura, podendo ter graves problemas de saúde durante a viagem.
Os animais devem ser transportados em caixas de transportes adequadas para seu tamanho e peso (Crédito: Thinkstock)

Caixa de transporte

Item mais importante na hora de planejar a viagem, a caixa de transporte (que sempre é fornecida pelo cliente), deve cumprir requisitos mínimos de conforto e segurança. As dimensões devem permitir que o animal fique de pé e dê um giro de 360° (volta completa ao redor de si mesmo). O material deve ser rígido, resistente a impactos e a eventuais fugas. Devem ter aberturas de ventilação e o material do piso deve absorver ou conter fezes e urina. Por último, a caixa precisa ter identificação com nome, endereço e telefone do proprietário.
Companhias aéreas costumam cobrar taxa extra para o transporte de animais (Crédito: Thinkstock)

Documentação

Os documentos para garantir a segurança de passageiros e animal devem ser emitidos por médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária do local de origem do animal. Para viagens nacionais, a Anac exige carteira de vacinação atualizada, além de tratamento com vermífugo.
Para viagem internacional, é obrigatório o Certificado Zoossanitário Internacional emitido por um médico veterinário do Ministério da Agricultura, que fica nos aeroportos internacionais. Caso o animal seja silvestre, é necessária a autorização emitida pelo Ibama. Em tempo: Sempre consulte as exigências do país de destino.

Cães-guia

No caso dos cães-guia, o transporte é feito com coleira ao lado do dono, na primeira fileira. É necessário informar a companhia aérea com antecedência e apresentar a documentação do animal e atestado médico do passageiro, comprovando a necessidade do cão junto ao dono.
Agora que você já sabe tudo sobre viajar de avião com seu bichinho, leia também nossa matéria sobre os hotéis pet-friendly!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Agetur

Para quem gosta de água, Caldas Novas e Rio Quente são os destinos ideais

Não importa se a procura é por tranquilidade ou aventura, se é criança ou já está na terceira idade, para se divertir em Rio Quente e Caldas Novas só há um pré-requisito: gostar de água. Ela é a maior atração da região e não é à-toa, já que nasce com a agradável temperatura de 37,5°, além de ter propriedades terapêuticas e medicinais.
O médico dr. Ciro Palmerston percebeu o potencial daquelas águas e fundou em 1964 a Pousada do Rio Quente. Hoje o complexo conhecido como Rio Quente Resorts conta com seis hotéis, que juntos somam 1119 quartos, dois parques aquáticos (o Parque das Fontes e o Hot Park), seis toboáguas, 19 piscinas, e a Praia do Cerrado (com direito a areias e ondas de até 1,20 m). É o maior e mais visitado da região, com mais de um milhão de hóspedes por ano.
A 27km dali, Caldas Novas também bebe da mesma fonte. É difícil encontrar na cidade hotéis que não tenha sua própria piscina, escorregador e toboágua abastecidos pelas cálidas nascentes.
Juntas as duas cidades formam a maior estância hidrotermal do mundo, isso graças à proximidade do curso dos lençóis freáticos com as camadas internas da terra, que aquece e pressuriza a água. São aproximadamente 6.228.000 litros por hora, ou quase 150 milhões de litros de água quente por dia.
Com tanta água, a fome é questão de tempo. Não faltam opções para encher a barriga, seja ficando em um dos bares molhados na beira da piscina, ou nos restaurantes dos hotéis ou da bem estruturada cidade de Caldas Novas.
A vida fora d’água também envolve um passeio no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, criado em 1970 para proteger os valiosos mananciais que abriga. Pertinho do centro da cidade, abriga tucanos, pica-paus, o urubu-rei, siriemas, tatus e até o lobo-guará. Do mirante, na parte mais alta, há uma bela vista da cidade e seus parques termais, pra quem já ficou com saudade da água, trilhas sinalizadas levam a duas cachoeiras, mas dessa vez geladas.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

História e cinema misturam-se nas ruas da Filadélfia

Filadélfia, no Estado da Pensilvânia, é o símbolo norte-americano do patriotismo, encenado em Hollywood por bandeiras na janela e pessoas emocionadas com o hino nacional.
A cidade foi muito importante no século 18 para que a nação obtivesse sua independência da Grã-Bretanha e até os dias de hoje continua sendo um dos pontos mais fundamentais para economia dos Estados Unidos.
Sua população tem a sorte de poder desfrutar de grandes parques e museus. Além de ter uma bela arquitetura e uma agitada vida cultural, a Filadélfia também é referência pop em um dos clássicos do cinema americano. Foi lá em que foi filmada a famosa cena da escadaria na franquia "Rocky", de Sylvester Stallone. A cena se passa na frente do Museu de Arte e é um dos pontos turísticos mais visitados. O filme "O Sexto Sentido" também usou a cidade como locação.
A Filadélfia, porém, é muito mais fascinante do que apenas uma escadaria e filmes de quem "vê gente morta". Os símbolos da luta dos EUA pela independência estão espalhados por toda a região. O Liberty Bell, um sino rachado que se tornou representante do combate contra as forças britânicas, e o Independence Hall, local onde foi assinada a declaração de independência americana, são alguns dos pontos históricos abertos para visitação de turistas.
A cidade também é acolhedora aos seus visitantes. Existem boas opções de hospedagem e se locomover por suas ruas e bairros históricos é uma tarefa bem simples. Apesar de sua enorme relevância histórica, a Filadélfia é tranquila, com um clima que lembra uma pacata e rica cidade no interior.
Se aprender mais sobre a história dos EUA está em seus planos, não esqueça de dar uma passadinha na Filadélfia, onde dias agradáveis estão garantidos. Você não irá se decepcionar.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Dos imponentes boulevards às ruelas mais escondidas, descubra o charme de Paris

Não é apenas de cartões-postais que vive Paris. Mesmo sendo um dos principais destinos turísticos do mundo, a cidade ainda conserva um charme discreto, com seus pequenos segredos que podem ser encontrados tanto nos imponentes boulevardsquanto nas ruelas mais escondidas. O Museu do Louvre, o Centro Georges Pompidou, o Museu Rodin, todos os quase 150 museus da cidade não são os únicos a contar a sua história. Conhecer Paris é encontrar aquele bistrot escondido no final da próxima travessa à esquerda, é descobrir uma loja de antiguidades tão antiga quanto a memória de seus objetos, é visitar um, dois, três bares de vinhos, uma pequena igreja numa pequena praça, se deparar com uma fanfarra tocando na saída daquela estação onde você chegou sem querer, depois de se perder nas baldeações entres as 14 linhas de metrô. Paris é convidativa aos pedestres, às caminhadas, às descobertas de suas minúcias carregadas de vida e história.

A cidade-luz tem uma luz que é só dela. Luz que atravessa os vitrais da Notre Dame e aquece a charmosa arquitetura das margens do rio Sena. O sol transversal que faz brilhar o bege dos prédios haussmanianos e ilumina as telas de artistas como Monet, Cézanne e Van Gogh, que retrataram a beleza das ruas de Paris. Só não confie no verão francês. O calor intenso dura alguns poucos dias, e o resto do ano tem o tom cinzento do inverno europeu. O que não é menos charmoso.

Paris tem o cheiro da baguette. Mas tem também as ostras do mediterrâneo, os crepes bretões, o foie gras do sudoeste, os queijos de cabra de Savoie. É a terra dos singelos prazeres, como degustar uma tarde de sol e um vinho rosé no terraço de um bar emMontmartre, beliscando escargots. Sim, a vida aqui parece um filme.

Um filme surrealista, por vezes. A aristocracia tradicional divide os 105 km2 da área da cidade com estudantes estrangeiros, imigrantes vindos de ex-colônias francesas, europeus do leste, do oeste, chineses, além dos muitos franceses que resolvem fazer a vida na cidade grande. Capital de um país governado há 16 anos pelos conservadores, Paris, com cerca de 2,2 milhões de habitantes (mais de 11 milhões na região metropolitana), continua recebendo um alto número de estrangeiros que vêm aproveitar dos benefícios do Estado, apesar das políticas desenvolvidas nos últimos anos para conter a imigração. De uma maneira desajeitada, um pouco a contragosto, Paris abriga a diversidade.

E Paris dorme cedo. Paris come bem. Paris fala inglês, mesmo se seu sotaque varia entre o charmoso e o incompreensível. Guardada no coração de muitos como a cidade mais bonita do mundo, o berço da cultura ocidental é passagem indispensável para quem viaja pela Europa.